Porque razão querem destruir a Celtejo!

Fonte

Nota: A polémica da recolha das amostras de água no rio Tejo em que supostamente essas amostras só foram conseguidas obter após a presença da GNR, é tudo uma grande encenação para manipular a opinião pública para que as pessoas aceitem a implementação de sistemas de racionamento e monitorização automática da água e de todos os recursos naturais, como os contadores inteligentes (Smart Meters) que eles querem implementar à força!

A Celtejo é uma empresa que como qualquer outra empresa visa o lucro, e se as suas descargas estão a poluir e a matar a fauna e a flora no rio Tejo tem de ser responsabilizada criminalmente juntamente com todas as outras empresas que também o fazem e não apenas a Celtejo! A questão que se coloca é porque razão estão a dar especial destaque a essa empresa específica quando existem tantas outras empresas a poluir o Tejo? É isso que me intriga! E esta campanha mediática contra as empresas de celulose pode até ser muito importante mas algo me diz que esta história está muito mal contada e há obviamente outros interesses e agendas por detrás desta mega campanha política e mediática contra o principal grupo de empresas de celulose em Portugal que integram o psi-20 português!

Quando temos muitas petições extremamente importantes como a petição sobre a intensa actividade de geoengenharia com chemtrails (rastos químicos) nos céus de Portugal que esses sim andam a poluir, a contaminar e a adoecer e a matar tudo e todos, uma petição que foi recentemente desvalorizada pela Assembleia da República e ridicularizada pelos partidos políticos, quando temos muitas outras petições que são ignoradas porque não vão de encontro nem servem as agendas políticas em andamento, porque razão a Assembleia da República e todos os partidos políticos aceitaram a petição da proTejo contra a poluição do rio Tejo e seus afluentes e fizeram disso um assunto político prioritário que incendiou todos os órgãos de comunicação social manipulando a opinião pública contra 3 dos principais grupos e empresas da indústria de celulose que integram o psi-20 português e que dão trabalho a muita gente?

Não digo que essas empresas sejam inocentes, mas que há algo aqui muito mal contado lá isso há, pois estamos perante interesses e agendas políticas que se estão a aproveitar da poluição no rio Tejo para a destruição de determinadas empresas e indústrias principalmente ligadas ao uso de resíduos florestais para produzir energias renováveis como o biocombustível que depois é usado para gerar electricidade!

Uma imagem vale mais do que 1000 palavras! Aí estão eles, as grandes sociedades de advogados e o Estado Português mais uma vez em destaque naquilo que melhor sabem fazer: roubar, mentir, destruir, subverter, corromper! Estes são os mestres na arte da subversão e corrupção no seguimento do seu admirável mundo novo orwelliano, agenda 21 cibernética e transhumanista!

A história da Celtejo é interessante e está envolvida em muitos conflitos entre os empresários e o Estado pós 25 de Abril com as nacionalizações e expropriações, aqui fica o que consegui encontrar sobre a história da Celtejo:

História de uma expropriação. Ex-donos admitem recorrer para Tribunal Europeu. A família Martins sabia, pelo próprio presidente da Portucel – onde a Celtejo estava integrada desde a nacionalização -, que a fábrica estava obsoleta e ficava mais barato fazer uma nova do que comprar aquela. Quando o governo decidiu privatizar a Portucel Tejo, empresa constituída pelos activos nacionalizados da Celtejo, os herdeiros de João Martins, fundador da empresa de celuloses de Vila Velha de Ródão, chegaram a pagar e levantar o caderno de encargos para conhecer as condições de venda. Mas também sabiam, pelo próprio ex-presidente da Portucel, Jorge Godinho, que a empresa, naquelas condições, não era viável.

“Comprámos o caderno de encargos e não concorremos porque tínhamos informações dadas pelo próprio Jorge Godinho que indicavam que a fábrica, que o Estado nos tirou nova, estava obsoleta, a precisar de grandes investimentos – na altura da ordem dos 40 milhões de contos [cerca de 20 milhões de euros]. Sem isso, o negócio seria inviável”, conta Luís Martins, um dos filhos, que esteve à frente da fábrica antes da nacionalização.

A Portucel Tejo foi privatizada em 2005, pelo governo Sócrates, um pouco depois da conversa entre o ex-presidente da Portucel e alguns familiares, mas era do conhecimento geral que o Estado não tinha, entretanto, investido na modernização da companhia. “Na época considerámos que, somando esse dinheiro ao dinheiro da compra, o investimento era excessivo. Mais valia construir uma fábrica de raiz”, recorda. “Entregámos ao Estado uma fábrica nova, com máquinas de última geração, e o Estado vendeu uma fábrica velha.” Os receios da família Martins não eram infundados. A Altri, empresa cotada em bolsa e detida maioritariamente por Paulo Fernandes, também principal accionista da Cofina, já gastou com a Celtejo muito mais do que tinha inicialmente previsto.

A Invescaima, do grupo Altri, foi a única candidata que se apresentou ao concurso público lançado em Junho de 2005, ao abrigo da lei das privatizações, e sujeito à melhor oferta. A empresa pagou pela Portucel Tejo, que entretanto recuperou o nome antigo, 37,9 milhões de euros. Mas não foi tudo, porque com a fábrica veio um endividamento líquido de 31,6 milhões de euros, que representou um custo real de aquisição da ordem dos 70 milhões de euros.

Após investimentos que superaram os 100 milhões de euros, cinco vezes mais que os 20 milhões de euros apontados à família Martins, a unidade de Vila Velha de Ródão produziu nos primeiros nove meses de 2013, de acordo com os últimos dados disponíveis, 163 mil toneladas de pasta de eucalipto branqueada. No entanto, um fonte ligada à empresa confessou ao i que houve alturas em que o projecto esteve quase a andar para trás. Hoje a Altri tem, além da Celtejo, a Celbi, que adquiriu em 2006, e a Caima (ver caixa na página ao lado).

Foi a privatização da Portucel Tejo (antiga Celtejo) que veio reacender a polémica da indemnização atribuída à família Martins pela nacionalização, em 9 de Maio de 1975. A acção contra o Estado que corre no Supremo Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa tem por base o valor pago aos herdeiros de João Martins e o dinheiro ganho pelo Estado. A família reclama uma indemnização de quase 40 milhões de euros (39,693 milhões).

Quando o governo publicou o regime jurídico do processo de pagamento das indemnizações devidas pelas nacionalizações, o valor provisório de cada acção da Celtejo foi fixado em 1447$00, montante que foi sendo sucessivamente corrigido até atingir o valor definitivo de 2990$00. Já em 1987, no governo de Cavaco Silva, o valor unitário das acções acabou por ser fixado, por um tribunal arbitral, nos 4927$42 escudos (valor que teria à data da nacionalização), ou seja, o equivalente, hoje, a 25 euros por acção sem qualquer correcção monetária, mas que a família nunca chegou a receber.

Até então, a família Martins fora dona e legítima proprietária de 203 408 acções da empresa, correspondentes a cerca de 80% do capital, que lhe assegurava o controlo de gestão e uma maioria qualificada numa sociedade fundada em 1972 mas já rentável e moderna. O valor que recebeu foi pago em títulos do Tesouro, com uma taxa de juro anual de 2,5%, em 20 anos e não chegou a um milhão de euros. O Estado, por seu lado, endividou a empresa e recebeu por ela 37,9 milhões de euros. Os ex-proprietários reclamam o direito a esse montante, como explica o advogado da família, o ex-deputado Nuno Godinho de Matos.

A Celtejo era já em 1974 uma grande empresa. Luís Martins, o mais novo dos rapazes, geria, com o pai e com o irmão Alberto, o negócio em Portugal e lembra-se: “Chegámos a ser a 13.a empresa exportadora de Portugal.” Era em Itália que a fábrica tinha alguns dos seus principais clientes. O antigo Presidente da República Ramalho Eanes recorda isso mesmo: “Uma fábrica com tecnologias de ponta, feita por um homem por quem tenho grande consideração, que se fez através do seu esforço. Fez fortuna noutra parte do mundo, mas nunca perdeu as raízes que o ligavam à sua terra e veio investir numa área que era deprimida, a indústria.”

Ramalho Eanes lembra a pessoa mas não tem de cor a carta que os seus assessores jurídicos escreveram a João Martins, em que se recomendava que o assunto fosse resolvido nos tribunais. “Calculo que a carta explicasse que não nacionalizávamos capital estrangeiro, apenas dinheiros nacionais, e recomendássemos essa estratégia”, disse ao i, com algum receio de estar a ser traído pela memória.

Ao longo de todo este tempo, e desde 74, a família teve contactos com diversas personalidades políticas portuguesas para tentar recuperar a Celtejo. Luís Martins lembra-se de, logo nos primeiros tempos pós-nacionalização, ainda com o Conselho da Revolução, ter integrado uma comissão Brasil-Portugal com o objectivo de “negociar as pendências que existiam” e defender os interesses de cerca de 30 investidores brasileiros e portugueses. Anos mais tarde, os herdeiros chegaram a reunir-se com o então ministro da Indústria e Energia, Mira Amaral, e, mais recentemente, com José Sócrates, numa visita do primeiro-ministro ao Brasil, pouco depois da eleição de Dilma Rousseff. “Serviu para coisa nenhuma, ele foi só fazer sala”, recorda.

Esta é a história do homem que fez fortuna no Brasil, investiu na sua terra e acabou por ser expulso do seu país. – Fonte

Os advogados funcionam como uma Corporação!

O retrato e a Realidade de Portugal no pós 25 de Abril é este:

Tirem as vossas conclusões e digam-me se este gajo está ou não inocente e se é ou não um activista sincero a favor do rio Tejo sem segundas intenções:

O amigo do ambiente e da natureza que gosta de encurralar gatos dentro de casas de banho para os ver assanhados (adrenalina no sangue!) – Um gato nunca se engana e se não gosta de alguém é por alguma razão! Começo a acreditar seriamente que os reptilianos existem mesmo e muitos estão em Portugal! E por isso é que a NATO tem tanto interesse em Portugal, porque é um dos seus ninhos reptilianos com bases subterrâneas militares!

O amigo do ambiente e da natureza que nos seus tempos livres quando não está a dar purrada nos presos pobres que enchem as prisões de Portugal da forma mais injusta, deplorável e criminosa possível, gosta de filmar porcos a serem assassinados e esquartejados ao vivo!

O amigo do ambiente e da natureza que gosta muito da NATO, que esteve presente no Trident Juncture 2015 e que tem vídeos da NATO no seu canal do youtube!

Agenda 21 – objectivo: desindustrialização, redução populacional e cidades inteligentes cibernéticas e transhumanistas aprisionadas à rede 5g! Controlar, racionar e reduzir o consumo da água com os contadores inteligentes ligados à internet, smart meters! CDS sugere revisão de licenças para descarga de águas residuais no Tejo! PCP admite rever leis para crimes ambientais como o do Tejo serem punidos! Bloco já tinha proposto redução da actividade da Celtejo (todas as medidas da agenda 21 saem primeiramente do Bloco!)

Empresas como a centroliva: produz energia a partir da matéria orgânica resultante da indústria da azeitona, ou seja, energia limpa e ecológica! Mas os falsos ambientalistas como a Quercus e a Zero que negam a geoengenharia e os chemtrials mentem-vos juntamente com a comunicação social dizendo-vos que as emissões atmosféricas da empresa são poluentes! Eles querem destruir as empresas que usam a biomassa para produzir energias renováveis limpas, ou seja, que usam resíduos florestais e tiram proveito do dióxido de carbono, a fotossíntese e dos carbohidratos da natureza para produzir e gerar energia! Porque é que eles fazem isto? Porque a judiaria internacional e os seus agiotas impostores querem continuar a roubar as populações pela implementação de mais um imposto, o imposto CO2, em nome de um falso aquecimento global e de alterações climáticas que estão a ser cometidas por eles próprios com a geoengenharia! Tudo parte da agenda 21, emissões de CO2 – imposto CO2!

Continuar a ler:

A comunicação social quer-nos convencer com um vídeo manhoso que a poluição no rio Tejo é apenas da indústria das celuloses! Objectivo: Destruição da Economia Nacional!

Atentado terrorista no rio Tejo e a geoengenharia, indústria, chemtrails e aquatrails! Estão todos juntos!

Poluição no Tejo: Atentado Terrorista no seguimento da Agenda 21/2030 cibernética e transhumanista!

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