Técnicas de manipulação mental usadas pela comunicação social (videovigilância)

Uma das agentes manipuladoras mentais que trabalha para o Diário de Notícias quer-nos convencer que a videovigilância é a santa padroeira dos pobres que vivem em bairros problemáticos e que levam purrada da polícia porque supostamente não têm videovigilância que os proteja! Esta “jornalista” esquece-se que o direito de resistência é tão válido para resistir a ordens injustas de uma força de autoridade que ofenda os nossos direitos como o é para resistir a filmagens indevidas em praça pública ou privada sem o consentimento das pessoas que estão a ser alvo dessas filmagens e captura de imagens, vídeos e sons através da videovigilância! Assim como uma pessoa tem o direito de não apresentar identificação a uma autoridade policial, também tem o direito de não ser filmada nem escutada!

Esta “jornalista” quer-vos manipular ao ponto de vocês acreditarem que a salvação daquela pessoa que foi agredida pelos agentes da PSP foi a videovigilância, quando isso é totalmente falso e uma falácia de falsa causa que pretende forçar a associação entre a videovigilância e considerá-la como a única arma de defesa que a pessoa teve contra o abuso de poder das autoridades, ignorando convenientemente todas as restantes evidências e factos legais, a conhecida falácia do atirador do texas, criar um foco escolhendo muito bem um conjunto de dados e desprezando tudo à sua volta!

Se os agentes da polícia não podem forçar nem exigir a identificação de ninguém sem mandados de detenção, sem fundadas suspeitas da prática de crimes, e que não esteja irregularmente no território nacional nem na pendência de um processo de extradição ou expulsão, independentemente de existir ou não videovigilância a pessoa iria ter sempre o direito de resistir ao abrigo do Artigo 21º da Constituição e o acórdão da juíza mantinha-se válido mesmo sem videovigilância!

Porque não é necessário haver provas visuais ou sonoras da pessoa a apontar o dedo para que o direito à resistência seja válido porque aquela pessoa nunca podia ser forçada a se identificar independentemente de ter dito aos polícias que vivia ali perto e que ia buscar o cartão de cidadão ou se vivesse noutro lado qualquer longe daquele local, porque se não pode ser identificada naquelas circunstâncias, não pode ser identificada! Ponto final! A pessoa tem sempre o direito a resistir a uma ordem ilegal! Se a polícia naquelas circunstâncias não podia exigir a identificação e muito menos através do uso da força, não faz sentido nenhum atribuir à videovigilância a principal prova documental que ilibou e protegeu essa pessoa! É uma falácia para vos manipular o cérebro e fazer-vos aceitar a Agenda 21 e 2030 cibernética e transhumanista!

https://archive.org/details/ServioNacionalDeSadeEAMaonaria.HD?start=955

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