Praxes académicas – The Manuale Scholarium – Parte 2 – Semanas Académicas e o Satanismo

“A História tem-nos mostrado a ignorância que nos antecede!”

As semanas académicas e as tunas são autênticos rituais satânicos, de festivais religiosos pagãos que celebram equinócios e solstícios e não propriamente os estudantes e a sua integração no mundo académico, tal como alegam falsamente os veteranos das associações académicas e todos os outros “maria vai com as outras” que continuam a defender as tradições satânicas que são as semanas académicas e as tunas. Tuna é uma palavra que signfica “vida de vadio, ociosidade“, do espanhol “tuna”, de tunante, que signfica:

“adj. e s. m. e f. || que ou o que anda à tuna; vadio, vagabundo; trampolineiro; embusteiro: “Em moço, tunante; em velho, pior. ” (Castilho.) Numa tasca bebericamos, pois seria imperdoável que tunantes não prestassem seu preito a Baco. (Aq. Ribeiro, Luz ao Longe, c. 9, p. 180, ed. 1925.)  (Hlp.) || Animal ou cavalo de má índole.  || Estudante que faz parte de uma tunal.  (Taur.) || Diz-se do touro, que já conhece a arena ou a lide e que por isso revela má intenção.   F. Tuna.” – Fonte

O próprio site super-hiper-mega-ultra conhecedor das tradições académicas, que faz dinheiro reclamando direitos autoriais à custa do trabalho de outros, eliminou do site o notas e melodias, um artigo onde se pode ver perfeitamente o que significa a palavra tuna e tunante. O autor desse site certamente não sabe o que significa melodia (harmonia ou musicalidade presente em um conjunto de sons), pois de outra forma não teria usado esse nome para identificar um blog de meras notas soltas retiradas de outros livros e fontes na internet e compilados num livro banhado a ouro a ser vendido no seu blog por 22€, que maravilha ah? Um blog convertido em livro e banhado a ouro vendido por 22€ à custa de várias fontes livres de informação só pode ser obra de judeu zionista! E já chega de fazer publicidade gratuita a este bando de desinformadores!

O site notas e melodias tem um artigo que foi eliminado especialmente dedicado à definição de Tuna e Tunante, e a definição de Tuna e Tunante não deixa NENHUMA margem para dúvidas:

Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira
Editorial Enciclopédia Limitada (Lisboa – Rio de Janeiro)
Volume XXXIII (Edição editada entre 1936 e 1960)

TUNA (1), s. f. Pop. Ociosidade, vida de vadio. Grupo de estudantes músicos que viajam por diversas terras, dando concertos: orquestra de estudantes: “A tuna salamantina, há nove meses, teve nas ruas do Porto….acolhimento festivo…”, Fialho de Almeida, Vida irónica, cap. 2, p.70. Grupo musical, com instrumentos de corda.

Loc. Adv. À tuna, à solta, à vontade; na estúrdia, na pândega: “Quem quer andar à tuna nas comédias e nos balancés deixa-se estar solteira”, Camilo, Anos de Prosa, cap. 11, p. 118; “A fome2 que anda à tuna / disfarça-se em amor no mundo a cada passo”, Castilho, As Sabichonas, V, 3, p. 220; “Num vagar negligente de boémio, sinuoso e à tuna… ele aí vem…”, Abel Botelho, O Barão de Lavos, cap. 12, p. 349.
(Do cast. Tuna de túnia).

TUNA (2), s. m. Vadio, vagabundo: “…elevaram a tão delicados postos de confiança um tuna de tal calibre”, Rui Barbosa, in Páginas Escolhidas por João Ribeiro, p. 353.

TUNA (3), adj. Bras. Designativo de cavalgadura de má índole.

TUNADOR, adj. e s.m. O mesmo que tunante.

TUNANTADA, s. f. Vida de tunante; vadiagem: “- Pois por vezes me mandavam fazer alguma coisa. – Pois foi esse um grande mal, porque gastavas o tempo a maginar tunantadas”, Alberto Pimentel, Açucenas de Ouro, cap. 7, p. 135

TUNANTAGEM, s. f. Malta de tunantes. Hábito modo de tunante.

TUNANTÃO, s. m. Forma aumentativas de tunante. Aquele que anda à tuna, vadio, vagabundo: “No largo, meia dúzia de rapazes jogam o eixo ribaldeixo…distraindo-se duns galegos tunantões que, pelo aspecto, não são para cócegas”, Aquilino Ribeiro, Lápides, Partidas, cap. 10, p. 294 (De tunante e suf. ão).

TUNANTARIA, s. f. Qualidade ou acto de tunante: “Sem faltar às obrigações escolares, deu-se à tunantaria dos estudantes mal-comportados”, Camilo, O Olho de Vidro, p. 61. Os tunantes, o mesmo que tunantagem.

TUNANTE, adj. e s. 2 gén. Vadio, ocioso; que anda à tuna: “Andaríamos todos, os da minha ronda e eu,…como tunantes de Goya…rebuçados em longas capas negras, que nos cobririam a cara…”, Ramalho Ortigão, Últimas Farpas, cap. 11, p. 188; “Um bêbado tunante, / Pálido, e escalavrado”, Guerra Junqueiro, A Morte de Dom João, III, 3, p. 165; “Numa tasca bebericámos, pois seria imperdoável que tunantes não prestassem seu preito a Baco”, Aquilino Ribeiro, Uma luz ao Longe, cap. 9, p. 180.
Maroto, trampolineiro; “Aquele ladrão merecia um milhão de facadas! É como lhe digo. E morreu de um estouro, o tunante!”, Arnaldo Gama, O Sargento-Mor de Vilar, II, cap. 17, p. 368; “Algum tunante, algum ladrão que passou…”, Henrique Lopes de Mendonça, Sangue Português, p. 194
Estudante que faz parte da tuna; o mesmo que tuno. (De tunar).

TUNANTEAR, v. i. O mesmo que tunar.

TUNAR, v. i. Andar á tuna; vadiar: “Os pobres… não entesouram livros: compram baralhos, bebem, tunam e fumam na boémia, que é barata…”, Rui Barbosa, Esfola da Calúnia, p. 49. (De tuna e suf. ar).

Verbo Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura
Editorial Verbo (1963-1995), 18º volume
Edição de 1976

TUNA – MÚS. Conjunto musical, grupo de indivíduos que se junta para tocar, muitas vezes estudantes (neste caso chamado estudantina), de tipo musical heterogéneo, onde se agrupam na generalidade instrumentos de corda dedilhada, como bandolins, bandolas, guitarras, violas. Algumas vezes uma flauta ou clarinete fará parte do conjunto. São, contudo, indispensáveis uma ou mais pandeiretas.

pandeiretas = pandeiro = pândega = deus pan

Acho engraçado como o notas e melodias escreveu esse artigo, ou seja, começa com 11 definições citadas do volume 33 da Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, edição de 1936, em que todas as definições da palavra Tuna e seus derivados são evidentes, destacando-se em todas elas palavras como: vadio, ociosidade, boémia, má índole, bêbado, Baco, vadiagem, vagabundo, ladrão, calúnia, e acaba com uma definição de uma Enciclopédia de 1976, 2 anos a seguir ao golpe comunista em Portugal da central da inteligência americana e dos bilderberg que foi o 25 de Abril de 74, ou seja, 40 anos mais tarde que a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira de 1936, e com apenas 37 anos de existência, comparativamente à Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira com 77 anos de existência!

O autor desse artigo no notas e melodia, astuciosamente citou essa definição no final, pois é a única definição que ele conseguiu encontrar que não refere palavras com conotação negativa! Esqueceu-se foi de uma palavra, pandeiretas, que irei expicar mais abaixo neste artigo o que significa este instrumento, e qual a sua importância em rituais religiosos pagãos!

Mas mais engraçado ainda é como o notas e melodias começa esse artigo:

“No seguimento do artigo que versou a definição de tuna, deixo-vos, desta feita, algumas definições que podemos encontrar, em duas enciclopédias de referência, sobre o vocábulo Tuna e outros relacionados com o âmbito tunante.

Repare-se, com olhar arguto, que nenhuma das definições reflecte um real conhecimento da tradição tunante, contudo explicita o que era tido como tal, o entendimento e percepção que se teria da noção e significado de Tuna (num determinado contexto temporal, histórico e social).”

O autor do blog notas e melodias nega a real definição de tunante porque lhe convém!

Ou seja, isto traduzido em Português-Português ou Português-Brasileiro significa que as Enciclopédias com 77 anos ou mais de existência, segundo o autor desse notas e melodias, não têm validade nenhuma, estão todas erradas, porque só a Editorial Verbo com a sua pseudo-”Enciclopédia” de 1976 após o golpe comunista, é que tem validade, tudo o resto está errado porque segundo esse pseudo-historiador e defensor das praxes e tradições académicas satânicas, só têm validade os dicionários recentes que deturpam os significados e origens das palavras presentes em centenas de Enciclopédias com séculos de existência, só os dicionários recentes que dizem que tuna e tunantes são um grupo de rapazinhos todos bonitinhos cheios de boas intenções e que só querem cantar, tocar e dançar, esses já são válidos!

Olhar arguto? Eu dou-te o olhar arguto ó desinformador! As Tunas sempre foram associadas a vadiagem, boémia, ociosidade, bebedeiras, noites, sexo, drogas e rock’n’roll, e é precisamente daí que vem a capa preta de alusão ao noctívago, ao paganismo e feitiçaria, ao controlo social e vampirismo, já alguma vez se viu um vampiro a viver de dia ou vestido de branco? Como é que os vampiros são representados? Com capas pretas e trajes vermelhos!

Quais são as cores que se destacam numa grande parte das Tunas? Preto e Vermelho! São as cores satânicas como podem ler e ver aqui!

Universidade do Minho – Boémia

De que cor os tunantes estão vestidos? Preto e Vermelho! O que cantam? Boémia!

altar de macumba

Altar de macumba, candomblé, religiões pagãs Afro-Brasileiras, de culto a entidades demoníacas a que dão o nome de deuses e que oferecem sacrifícios de animais! Que cores se destacam? Preto e Vermelho!

As cores predominantes são o Preto e o Vermelho, que simbolizam a ausência ou sucção/absorção de Luz que se traduz na cor preta, e o apego físico, carnal e material pela cor vermelha! Vermelho deriva do latim “vermiculus”, que significa pequeno verme, como podem confirmar aqui a etimologia da palavra vermelho! E a cor preta é a ausência de Luz (na síntese aditiva do sistema de cores: Cor Luz ou Cor Energia), ou sucção/absorção da Luz (na síntese subtractiva do sistema de cores: Cor Pigmento ou Cores de Impressão), que significa queimar, brilhar pelo fogo, como podem confirmar aqui a etimologia da palavra black.

Por isso os vampiros são representados dessa forma, porque absorvem, sugam a Luz, a força Vital presente no Sangue dos Seres-Vivos, animais e Humanos! Ou seja, mantêm os Humanos aprisionados aos instintos primitivos, ao 1ª Chackra, vermelho, pequeno verme, enquanto absorvem a sua Força Espiritual, a sua Vitalidade!

altar de macumba

Altar de macumba, candomblé, religiões pagãs Afro-Brasileiras, de culto a entidades demoníacas a que dão o nome de deuses e que oferecem sacrifícios de animais! Reparem no tridente e nas cores predominantes! Acho curioso o Cravo Vermelho, o símbolo do 25 de Abril de 74, o golpe da Ci@Bilderberg.

O tridente como todos sabem, e como aqui podem ver o tridente no casaco de um dos guarda costas de Marcelo Rebelo de Sousa, está associado ao diabo, o diabo é representado muitas vezes com um tridente na mão, é daí que vem a palavra tricórnio e o tricórnio usado nos estudantes das universidades como o tricórnio da universidade do Minho, três cornos, de alusão a determinadas entidades demoníacas que apresentam 3 cabeças.

» Significado do Santíssimo Tricórnio da Tradição Académica Portuguesa:

Demónio de Três Cabeças (Tricórnio):

“Asmodeus” ou “Asmodeo”: “Criatura do julgamento”. Segundo o Dicionário Bíblico, é o demônio que assediava Sara, filha de Raquel, tendo matado seus sete primeiros maridos no próprio dia do casamento, até que veio a ser subjugado pelo anjo Rafael. Considerado o demônio bíblico da ira e da luxúria. Do hebreu “Asmoday” ou “Acheneday”, é o demônio chefe de Shedin, uma classe dos demônios com garras de galo.”

forças demoníacas da ira e da luxúria
sigilos da ira e luxúria

O Sigil deste demónio. Um sigil é uma técnica usada em magia, feitiçaria. É a forma com que esses deficientes mentais abrem portais no continuum espaço-tempo para invocar os demónios com os quais fazem pactos, para mais cedo ou mais tarde se queimarem e lhes fazerem companhia num sítio já reservado e bem quentinho para quem brinca com fogo!

Na demonologia judaica, considerado o espírito do mal, sendo que seu berço é o Avesta, o livro sagrado da religião de Zoroastro, profeta persa, fundador do Zoroastrismo, apelido dado pelo filósofo Nietzche como Zarastustra. O Zorgastrismo ou Zoroastrismo tem como principal característica o dualismo, o princípio do Bem e do Mal.

Conta a história que o anjo Rafael capturou Asmodeus e perdeu-o no deserto egípcio, permitindo assim que Sara se cassasse com Tobias, que veio a ficar cego e posteriormente foi curado por seu filho, graças a interferência do anjo Rafael.

Asmodeus, Asmodeo

Na demonologia, é o superintendente das casas de jogos na corte infernal. Costuma ser representado com três cabeças diferentes, sendo uma de touro, outra de homem com hálito de fogo e a terceira de carneiro. Dizem ter ele destronado Salomão, que acabou por vencê-lo, obrigando-o a construir um templo. Seu símbolo é o símbolo da Anarquia.”

Demónio de Três Cabeças (Tricórnio):

Baal”: na demonologia, é representado como um grão-duque do Inferno, chefe dos exércitos, comandante direto de legiões de demônios. Representado com três cabeças, sendo uma de gato, outra de homem e a terceira de um sapo. Seu corpo, bastante forte, termina em pernas de aranha, podendo se tornar invisível. Entretanto, através da história, Baal teve outras designações, sendo considerado a divindade suprema dos fenícios e dos cartagineses, para quem eram sacrificados crianças a fim de garantir fartas colheitas, bem como a segurança contra os inimigos. Servia ainda para designar muitas deidades.”

O grão-duque do Inferno, chefe dos exércitos, comandante direto de legiões de demônios é representado com três cabeças!
sigil de baal

Um sigil é uma técnica usada em magia, feitiçaria. É a forma com que esses deficientes mentais abrem portais no continuum espaço-tempo para invocar os demónios com os quais fazem pactos, para mais cedo ou mais tarde se queimarem e lhes fazerem companhia num sítio já reservado e bem quentinho para quem brinca com fogo! Reparem na Lua Negra no sigil! Aconselho a seguinte leitura: Lilith – A Lua Negra

É também o deus semítico da fertilidade, cuja adoração era associada à grosseria sexual. Aparece na Bíblia com diferentes predicados: Baal, Senhor da Aliança; Baal-Zebu, O Baal das Moscas, que aparece na Vulgata – versão latina da Bíblia, revista por São Jerônimo – com sentido pejorativo. Entre os sumérios e babilônicos, assume a forma de Bel, Bel-Mardux.

Bael Baal

Os Baalim eram protetores dos oráculos/templos – sendo certo que alguns reis de Israel incentivaram seu culto, o que motivou a reação dos profetas. É uma palavra hebraica que significa senhor, marido, dono, sendo certo que nos primeiros tempos usavam o termo Baal para o verdadeiro Deus. As quatro letras da palavra “BAAL” (B.A.A.L.) são as iniciais de quatro dos maiores demônios: Belzebu, Astaroth, Asmodeus e Leviathan.”

Demónio de Três Cabeças (Tricórnio):

“Bael”: primeiro rei do Inferno, comandante de 60 legiões, possuidor de três cabeças, sendo uma com a figura de um gato, a outra de um sapo e a terceira de um homem.”

O primeiro rei do inferno é representado com 3 cabeças!

Demónio de Três Cabeças (Tricórnio):

“Balaam”: Demônio grego da avareza e cobiça. Um dos demônios maus que se apossou da madre Joana dos Anjos.

O demónio Ballam é identificado como um demónio de 3 cabeças!
Sigil de Balam

A paixão de Balaam era a mais perigosa de todas. Identificado como um demônio de três cabeças, cavalgando um urso e carregando um falcão em suas mãos. Uma das cabeças era semelhante á de um touro, a outra igual à de um homem e a terceira de um carneiro.”

Balaam

Fonte: http://portugalmisterioso.no.comunidades.net/index.php?pagina=1594875798_01

» Tricórnio nas tradições académicas:

Tricórnio da Universidade do Minho

“O tricórnio é o chapéu típico da Universidade do Minho, é com ele que  são batizados os caloiros.”

Ou seja, no Cristianismo os recém-nascidos são baptizados de Branco, símbolo de pureza e isenção de pecado, em nome de Jesus Cristo, e nas Associações Académicas os caloiros e os universitários são baptizados de preto e vermelho, com um tricórnio na cabeça, em nome de quem? Lembram-se da definição de Tuna e Tricórnio lá em cima?

Loc. Adv. À tuna, à solta, à vontade; na estúrdia, na pândega: “Quem quer andar à tuna nas comédias e nos balancés deixa-se estar solteira”, Camilo, Anos de Prosa, cap. 11, p. 118;”

Definição de Tuna

Ou seja, não assumas um compromisso de fidelidade com ninguém mas sim de pândega (festança, muita comida e bebida, estroinice, esbórnia, boémia, leviandade, orgias sexuais, luxúria! O contrário do casamento Cristão! A inversão de valores Cristãos, comumente conhecida por Satanismo! Eles querem destruir as sete virtudes humanas!

exu caveira

Representação de Exus caveiras, espíritos menos evoluídos invocados e usados em rituais de religiões afro-brasileiras!

Essas religiões pagãs Afro-Brasileiras prestam culto a entidades a que dão o nome de Exus, a quem oferecem sacrifícios animais, encaram essas entidades como espíritos guardiões do submundo, que tanto fazem o bem como o mal, é neutro, e curiosamente invocam e celebram o contacto com essas entidades espirituais menos evoluídas com bebidas alcoólicas, festas, velas, orgias, altares com estátuas vermelhas e pretas, sacrifícios de animais, acompanhados com danças e músicas ao som de instrumentos de percussão como batuques, chocalhos e pandeiretas, pandeiros, Pan+Dei+Ro, tal como as tunas usam os pandeiros nas suas celebrações e que mais à frente neste artigo irei explicar o significado de PanDeiRo!

Acho engraçado os defensores deste tipo de práticas de feitiçaria, a que dão o nome de práticas religiosas, e culturas tradicionais que devem ser respeitadas e bla bla bla, invocam e prestam culto a uma entidade espiritual menos evoluída e neutra! O que me faz lembrar a seguinte frase :

“Os lugares mais sombrios do inferno são reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise moral.”

neutralidade é traição e maldade

» Definição de Exu:

(e.xu) Bras.  

sm.
1.  Rel.  Entidade de cultos afro-brasileiros, como o candomblé e a umbanda, que é uma espécie de mensageiro que leva os pedidos e oferendas dos homens aos orixás. [Com inicial maiúscula.]
2. Pop.  O diabo.

Que tipo de Anjo ou Mensageiro de Deus requer oferendas, tais como sacrifícios de animais em altares, bebidas alcoólicas, orgias e cerimónias recheadas de estátuas com tridentes, cabeças com chifres, e vestes de preto e vermelho? Que tipo de Anjo ou Mensageiro de Deus é provocador, indecente, astucioso, sensual e de caráter irascível, que se satisfaz em provocar disputas e calamidades àquelas pessoas que estão em falta com ele? Desde quando é que um Anjo, na dimensão física encarnado, ou noutra dimensão qualquer ao serviço de Deus, pede algo em troca, de cada vez que ajuda a humanidade, os animais, a natureza e toda a criação?

Arcanjos, Exércitos de Deus.

Um Anjo de Deus ajuda, quer no plano físico quer noutro plano qualquer, entrega-se e dá-se aos outros não querendo absolutamente nada em troca, porque reconhece que a partir do momento que dá, já recebeu, porque a sua função é dar-se, não receber, se a sua função é dar, porque vai querer receber? Isso é traição a si próprio e a Deus! E os Anjos de Deus não são traidores!!!

1. Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu.
2. Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.
3. Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita.
4. Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á.
5. Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.
6. Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.
7. Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras.
8. Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais.

São Mateus, 6
Novo Testamento, Mateus, 6

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