Praxes académicas – The Manuale Scholarium – Parte 8 – A Latada e Imposição de Insígnias

» Definição Oficial:

“A Festa das Latas e Imposição de Insígnias (FL) é a primeira festa académica dos recém chegados a Coimbra. Com origens no século XIX, a FL nem sempre foi comemorada como agora. Inicialmente, cada faculdade tinha o seu próprio cortejo, realizado em dias diferentes do mês de maio, para celebrar o fim da época de exames. Atualmente, a Latada, como é chamada, tem o seu início com a Serenata e o cortejo é o ponto alto da semana, onde os “caloiros” desfilam em trajes escolhidos pelos “doutores” que aproveitam para enviar mensagens satíricas à sociedade.

A Latada é antecedida por atividades desportivas e culturais, como concurso de bandas e campeonatos universitários, que pretendem despertar o espírito de festa nos estudantes e aproximá-los da Academia. As sete Noites de Parque enchem a Praça da Canção com estudantes universitários e não universitários, de Coimbra e de fora, para ouvir as várias bandas que preenchem os cartazes ano após ano.” Fonte

As atividades desportivas e culturais que constam na definição oficial da Festa das Latas é isto:

rally das tascas

Ou seja, é levar os novos estudantes ao comércio local do álcool, num esquema de negócio montado entre produtores de bebidas alcóolicas, comércio local e associações académicas, com o objectivo não só de vender álcool e droga, como integrar os novos estudantes em vícios deploráveis báquicos de intoxicação alimentar pela ingestão de bebidas alcoólicas até não aguentarem mais, ocorrendo em muitos casos comas alcoólicas!

“Queima das Fitas de Coimbra: mais de 100 comas alcoólicas numa semana” – Fonte

Universidade do Minho – A Latada

» Definição Verdadeira:

“Levar a Lata,

Explicando a origem da frase amarrar a lata (que nunca ouvimos), João Ribeiro lembra-se a possibilidade de derivação desta frase a partir de outra, de lata ao rabo, que provém da brincadeira maldosa que consiste em amarrar latas ao rabo dos cachorros vadios, que foi comum entre os estudantes de Coimbra.

Como o sentido de amarrar a lata é o de recusa ou falta ao cumprimento de uma promessa, equivalente a dar tábua em pedidos de casamento, é provável que tal significado tenha vindo da fusão do latim medieval glatire, que deu latir (bater), hoje obsoleto, e lata (folha de ferro batido), com outra forma latina lattere (por latere), que significava esconder-se.

Em amarrar a lata ambas as formas originais se confundem e se influem porque é certo que lata aqui envolve o sentido de falta, recusa ou negativa.

Enquanto amarrar a lata e deitar a lata têm sentido ativo, levar a lata tem o sentido passivo correspondente a levar uma surra, levar bomba, etc.

Levar a lata, portanto, é receber uma recusa.Fonte

É daqui que vem a conhecida expressão, “que lata”, “é preciso ter lata”, alusivo aos cães rafeiros que latem, “latir”, dos cães latirem. É também daqui que vem outra conhecida expressão “vira latas, “Viralata” ou rafeiro, é a denominação dada aos cães ou gatos sem raça definida, SRD (Sem Raça Definida). Eram estes os cães, rafeiros, a quem os estudantes de Coimbra amarravam latas ao corpo para se divertirem com o barulho que os cães faziam, assustados com as latas amarradas no seu corpo, a fugirem por entre as ruas, de noite, e que acordavam as pessoas, algo que dava gozo aos estudantes!

Ou seja, os “Doutores”, “Veteranos”, “Dux’s”, “mestres das matrículas”, ou o raio que os parta a todos, durante a Festa das Latas, a Latada, tratam os caloiros, os novos Estudantes, como rafeiros, sem raça definida, pois não são dignos de pertencer ao grupo satânico dos “veteranos”, “Doutores”, das associações académicas, os novos Estudantes são rafeiros, são vira-latas, e por isso recebem uma recusa, pois são caloiros, bestas, vira-latas, não são dignos de pertencer ao grupo hierárquico maçónico-satânico das associações académicas, tal como as origens da expressão “Levar a Lata”, como expliquei no início, assim nos revela!

Precisamente por isto, é que esses “doutores-mestres” das associações académicas que organizam A Latada, amarram as latas aos novos Estudantes, tal como outrora os estudantes de Coimbra faziam o mesmo aos cães vadios por maldade!

Vestem os novos estudantes de preto, cobrem a inocência e pureza de preto! Maculam o novo estudante! Enterram a sua brancura, a sua Luz! Enterro do caloiro! Enterro da gata! Os caloiros não renascem, morrem e enterram-se e dão lugar a uma besta, uma entidade infernal, um demónio, pela adopção de práticas espiritualmente e fisicamente destrutivas, pelo consumo de drogas sendo o álcool uma delas, pois só assim serão dignos de pertencer ao grupo restrito e hierárquico das associações académicas! É o inverso da ressureição em Cristo, da Cristianização, a Cristialização do Ser! É a profanação do Ser-Humano Adâmico, Espiritual, Completo! Conhecido por Satanismo!

O enterro da gata, o enterro do caloiro é um nome dado de alusão às práticas satânicas que durante a idade média e na inquisição, e mesmo hoje em dia, se praticavam com o enterro de gatos vivos ou lançados à fogueira como uma forma supersticiosa de sacrifícios de animais a entidades espirituais demoníacas para obterem favores!

“Mesmo em culturas em que foram adorados como divindades, os gatos não escaparam à torturas e mortes terríveis, devidas a seus supostos poderes sobrenaturais. Em diversas regiões do mundo, gatos eram enterrados por baixo das plantações após morrerem por espancamento, que simbolizava o amaciamento dos cereais. Acreditava-se que isto garantia colheitas abundantes, talvez pelo antigo mito da fertilidade do gato, associado à deusa Bastet.

Sobre este assunto, aconselho a seguinte leitura:

Massacre de gatos em rituais cristãos!

Infelizmente, isto ainda hoje é feito, não só por seitas satânicas mas também por pessoas comuns, que ainda se encontram infectadas pelas tradições e superstições satânicas religiosas disfarçadas de cristãs que são perpetuadas geração após geração por testemunho educacional e social, pois ainda hoje é comum algumas pessoas que só têm merda na cabeça dizerem que quando nascem gatos, enterram-nos para se livrarem deles ou afogam-nos! É a mentalidade medieval que ainda persiste, de uma idade das trevas de tradições satânicas disfarçadas de Cristianismo e de festinhas populares e académicas, que continuamente as pessoas teimam em manter!

Zionist Crook

A partir do momento que uma tradição põe em causa a Saúde Mental, Física e Espiritual de um Ser-Humano ou de um qualquer Ser-Vivo, seja ele de que raça ou espécie for, essa tradição deixa de ter qualquer valor Cultural para passar a ser unicamente uma prática condenável e inaceitável em qualquer Sociedade Civilizada e Humana!

Mas o cenário da Latada, a Festa das Latas, não se fica por aqui, pois é muito pior. Vejamos:

“o problema não é as praxes puxarem as drogas é as drogas meterem-se nas praxes…”

Esta frase foi escrita por um pró-praxe-tradições-académicas-satânicas que nos seus tempos livres tem por hábito despejar toda a sua frustração e revolta em quem tem a coragem de denunciar estes montes de merda SATÂNICOS que organizam as Praxes, as Semanas Académicas e as Tradições Académicas SATÂNICAS que ano após ano continuam a inserir os novos estudantes, que ingénuos e com vontade de fazerem parte e de se sociabilizarem no espírito académico, fazem coisas e deixam-se inserir em rituais báquicos, ou seja, satânicos, sem fazerem a mínima ideia do que estão a fazer e quais as consequências pessoais e sociais, pois estão a perpetuar na sociedade tradições Humanamente, Culturalmente e espiritualmente destrutivas !!!

A Festa das Latas, a Latada, a primeira festa Satânica das Semanas Académicas, com a introdução de novos Estudantes nas Universidades, ao contrário do que esse Exmo. Sr. Dr. afirma, na frase acima citada, é uma Festa que promove as Drogas, não são as drogas que se inserem nas Festas das Latas e nas Praxes como ele afirma, são as próprias Praxes e a Latada durante as Semanas Académicas que promovem o consumo de Drogas, pois serve-lhes de ponte entre o mercado negro e o consumidor final, o novo estudante, o caloiro, para os transformar em bestas, tal como a tradição o faz!

Estas festas servem por isso de meios clandestinos disfarçados de tradições académicas para vender essas drogas aos novos estudantes, num autêntico negócio entre comerciantes do álcool e os produtores de bebidas alcoólicas, de drogas, as associações académicas e as universidades que querem os alunos inscritos nas universidades a pagar proprinas durante o maior tempo possível! Por isso é que há especial interesse em inserir os novos estudantes nesses vícios báquico-satânicos, beneficiando dessa forma todo um negócio de lavagem de dinheiro pelo pagamento contínuo de propinas, o comércio e o mercado imobiliário nas zonas universitárias e a venda de drogas de todo o tipo, não só álcool, ou seja, intoxicação Humana!

O retracto da Festa das Latas:

festa das latas

Acho particularmente e tristemente delicioso este vídeo, de 2012, em Guimarães, durante o Desfile da Latada:

Reparem aos 45 segundos do vídeo, ao ponto que chega a ingenuidade e ignorância dos novos estudantes face às tradições académicas satânicas, quando lhes perguntam porque razão se deixam inserir nesse tipo de rituais:

Universidade do Minho – Festa das Latas

Jornalista: “Qual é a importância neste tipo de iniciativas para a vossa integração?”

Caloira: “É o facto de podermos estar com pessoas do nosso curso de uma forma diferente. Pessoas que se calhar estudam connosco mas não vemos todos os dias.”

Caloiro: “É, promove o convívio em toda a gente é fan… é algo que… refaz realmente maravilhas.”

Ou seja, para estas pessoas. a única forma de se conviver com outros Estudantes na mesma Universidade, é vestirem-se de forma humilhante, carnavalesca, saltar aos pulos, berrar, embebedarem-se no rally das tascas, e desfilarem com latas amarradas ao corpo! Eu gostava que me explicassem que raio de convívio é possível existir no meio de centenas de estudantes com latas amarradas ao corpo, todos juntos como um rebanho a levarem vergastadas dos veteranos, “doutores”, que se riem de toda a ignorância dos novos estudantes que se submetem a estes rituais satânicos!

O conceito de convívio é claramente deturpado e só é mantido nas Universidade desta forma, devido às tradições académicas satânicas serem permitidas no meio Académico disfarçadas de convívio, quando promovem precisamente o contrário, a alienação social e Humana! No meio de uma multidão, não há um convívio, há um ritual executado por essa multidão de estudantes! As pessoas não estão a conviver, estão a desempenhar um ritual! O convívio existe num determinado grupo de pessoas, onde conversam e discutem sobre vários assuntos, onde se criam e trocam experiências culturais, experiências de vida, e se conhecem novas pessoas! Num desfile em que centenas de estudantes são vestidos de forma carnavalesca (carne+avalesca, o aval da carne), com latas amarradas ao corpo, aos gritos e com álcool na mão, não existe convívio, cuja definição é clara:

1. Ação ou resultado de conviver ou de estar junto com frequência, dos pais com os filhos: convivência entre as pessoas.
2. O relacionamento contínuo entre pessoas que convivem
3. Coexistência simultânea e harmoniosa entre seres ou coisas distintos

Na Festa das Latas, não existe convívio, existe um Ritualismo, uma prática seguida em um dado rito, um apego ao ritual, às cerimónias, neste caso, carnavalescas, satânicas!

Enterro do caloiro

Este é o Estado da Educação e Cultura em Portugal!

Mas agora vamos à parte mais interessante, que me fez investigar se é verdade o que este coitadinho infeliz sem amigos que não sabe o que significa a palavra Amizade, e que só conseguiu fazer amizades durante as praxes, e talvez por isso não tinha amigos quando lá chegou, porque alguém que faz amizades durante uma semana em condições Culturalmente e Humanamente deploráveis, que são as praxes e as semanas académicas, realmente não pode ter Amizades! Esta besta, palavra que dão aos caloiros, afirmou que o Reitor da Universidade do Minho quer acabar com as tradições da Latada, o que, a ser verdade, são boas notícias, nem tudo está perdido! Mas a realidade é que eles dizem uma coisa e praticam outra, são mentirosos, são judeus e judeu é mentiroso e traidor por natureza porque é doutrinado e formatado desde criança a acreditar que toda as partículas divinas existem para servir os judeus!

Jornalista: “Qual é a personalidade do País que neste momento, na vossa opinião, tem mais Lata?”

Caloiro-coitadinho-que-não-tem-amigos-e-que-precisa-das-praxes-para-fazer-amizades: “Sem dúvida, a ma…o…a personagem com maior lata do País é o Reitor da Universidade do Minho. Porquê? Porque tá a tentar acabar com uma tradiçaum, que já lá leva bastantes ánus, e que, sem, está a ver isto aqui? Sem… se ele continuar a fazer o que está a fazer isto vai acabar. E eu sou, e eu vim, eu sou de fora, eu não sou de Brága, eu não tinha nenhum amigo quando cheguei aqui, e se não fosse a práxe, e todas estas horas passadas aqui, num conhecia ninguém, num taba aqui taum bem acumudado, taum feliz, bem integrado!”

Ou seja, este coitadinho com toda a lábia típica de um charlatão que gosta de levar as raparigas para a cama e trocá-las como quem troca de cuecas, que não tinha amigos e que não conhecia ninguém se não fosse as praxes, deve ser um pobre sem-abrigo que vivia debaixo da ponte, pois segundo ele, antes de entrar na universidade não conhecia ninguém e não tinha amigos!

É assim que os deficientes mentais e frustrados das associações académicas conseguem manipular os novos estudantes a seguirem os mesmos caminhos infernais, é pela lábia e poder argumentativo que possuem! Enganam as pessoas pela palavra! A palavra é o feitiço! Spell, de Soletrar, Spelling, de enfeitiçar!

E assim se criam Bestas…

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