Praxes académicas – The Manuale Scholarium – Parte 9 – O Tricórnio da Universidade do Minho

Como todos sabem o tricórnio é parte integrante do traje académico da Universidade do Minho.

Conceito de amizade segundo os universitários e as associações académicas

Como podem ver na foto de cima, esse é o conceito de Amizade para os defensores das tradições académicas satânicas: As Praxes!

Amizade Verdadeira

Este é o real conceito de Amizade para uma pessoa no seu Estado Mental Humano, com a intuição e a Consciência saudável, a funcionar! Até os próprios deficientes usam esta condição mental, e no entanto são considerados deficientes, mas curiosamente são saudáveis em comparação com os defensores das praxes e os que se deixam praxar, que se reduzem à condição mental conhecida em Psicologia abaixo da de animal, zombie e demónio!

Para este tipo de “doutores-veteranos-grãos-mestres-burgueses”, as amizades não se fazem ao longo de uma vida, não se constroem com experiências e vivências durante vários anos, com altos e baixos, nada disso, as amizades fazem-se nas semanas académicas por entre bebedeiras e todo o tipo de intoxicações Humanas acompanhadas com palavras de carinho, afecto e de integração tais como bixos e bestas!

Para este tipo de defensores da burguesia satânica que são as tradições académicas, mandar encher uma besta é sinónimo de amizade, tratar um Ser-Humano como merda e humilhá-lo em praça pública é sinónimo de Cultura e de Amizade, inserir os novos estudantes na intoxicação pelo excesso de álcool e drogas até caírem para o lado em coma alcoólica é sinónimo de amizade, amarrar latas ao corpo dos novos estudantes e tratá-los como vira-latas, ou seja, cães rafeiros na base (as bestas), submissos aos de raça no topo (os veteranos), é sinónimo de amizade!

Não há dúvida alguma que um novo Estudante se sente maravilhosamente bem quando é recebido numa Universidade e é tratado como bixo, besta, cão rafeiro vira-latas (o significado de amarrarem latas aos novos Estudantes, tal como expliquei na 8ª parte do The Manuale Scholarium – A Latada, que são levados aos bares no “rally das tascas” para serem baptizados não com água mas com álcool, em nome do “santíssimo” tricórnio, a serpente verde, satanás, de oposição ao Baptismo Cristão, e se enfrascarem até não poderem mais e o seu Corpo dar o tilt e cair para o lado em coma alcoólica enquanto os bares rendem milhares à custa da desgraça Humana, desses rituais báquicos de intoxicação em que os novos estudantes são inseridos em todo o tipo de rituais e cerimónias humilhantes, culturalmente e Humanamente degradantes. Perante este cenário, é óbvio que qualquer novo estudante se vai sentir em casa, acolhido com carinho, com respeito, com amor e compreensão pelo seu Ser e Cultura! (ironia)

Esta é a subversão que fizeram e que continuam a praticar na Sociedade Portuguesa, transformando uma prática má, Humanamente destrutiva, em algo aceitável, normal, tradicional, exemplar, que se deve continuar a fazer e incentivar as novas gerações a se comportarem de igual forma e a seguirem as mesmas tradições ano após ano, sem se questionarem sobre se essas tradições são benéficas ou não, sem se questionarem sobre o que estão a fazer, negando o seu livre arbítrio e pensamento próprio para reagirem de forma robotizada, por imitação, não por vontade própria proveniente do seu próprio pensamento, espírito crítico, e capacidade de análise consciente sobre o que é bom e mau para a sua vida, nada disso, na praxe és uma besta, um animal, um cromo repetido, um clone, um bajulador sem vontade própria, é um processo de reprodução por imitação em que o lema é: se os outros fazem, eu tenho que fazer porque a tradição assim o manda fazer!

E como toda a sociedade funciona nestes moldes, é que eles defendem, promovem e financiam as associações académicas e as praxes para formatar os alunos desde muito novos a considerarem normal uma sociedade arquitectada de forma bestializada com a maior parte das pessoas subjugadas e submissas a inúteis e incompetentes parasitas no topo da pirâmide!

illuminati

Como é que os illuminati criam escravos controlados mentalmente num processo indetectável!

Em Psicologia existem 5 tipos de mentalidade. O Ser-Humano possui instintos condicionais e incondicionais (atribuídos pela genética). Os Humanos têm o hábito do automatismo, rotinas e tarefas repetidas ciclicamente, desenvolvidas ao longo da sua vida. O Ser-Humano possui um intelecto e uma intuição (a Consciência). Existem 4 estados mentais: instinto, hábito, intelecto e intuição. E dependendo do estado predominante no comportamento Humano, este pode ser associado aos 4 estados mentais.

Se a mente de um Humano negar a intuição (Consciência), se não for guiado pela sua intuição e se comportar apenas pelos seus instintos condicionais e incondicionais, ele é um animal. É neste estado mental que os novos estudantes, os caloiros, são inseridos, pelos “doutores” que sabem muito bem como tudo isto funciona, alguns sabem, outros apenas se comportam por tradição, e por isso denominam os caloiros de bestas, animais, seres que não usam a intuição (consciência), apenas têm que obedecer ordens e se comportar pelos instintos primitivos durante as praxes! Mesmo que pareçam Humanos, comportam-se como animais!

praxes académicas

“Mesmo que pareçam Humanos, comportam-se como animais!”

Se a mente Humana servir apenas hábitos automáticos, e negar a intuição, essa pessoa é um zombie! Por exemplo, fazer a mesma coisa todos os dias (as mesmas tarefas diárias consecutivas), ou todos os anos (as mesmas tradições e cerimónias), sempre com a mesma rotina, o mesmo programa, num círculo vicioso, cada um com o seu programa, não usam o seu pensamento próprio e espírito crítico, comportam-se como autómatos, zombies sem vontade própria!

demónios

Reitores – Preto e Vermelho, as cores satânico-luciferianas, atitude orgulhosa de soberba e ostentação com os mesmos rituais cíclicos, comportam-se como demónios.

Se a mente de um Humano, habilmente, conseguir gerir hábitos, tarefas automáticas, instintos, mas negar a intuição e a consciência, essa pessoa é um demónio! Ele é orgulhoso da sua inteligência, das suas capacidades, e acha-se melhor do que a maioria das pessoas, considera-se superior a elas.

demónios

– Reitores, estado mental: Demónio

Uma pessoa apenas se considera Humana, com uma psique Humana, quando habilmente for capaz de gerir a sua intuição e consciência, os seus instintos, hábitos, mas nas suas actividades e comportamentos é guiado pela sua Consciência! Todas as pessoas têm uma introspecção intuitiva, a Consciência!

Ser-Humano

Com base neste Conhecimento de Psicologia, podemos falar sobre os 4 tipos de mentalidade: Ser-Humano, demónio, zombie e animal. Existe ainda um 5º tipo de mentalidade, que se encontra abaixo da condição animal!

Todos nós vemos pessoas na sociedade que consomem álcool, drogas, e que estão presos aos 7 pecados mortais. É difícil e errado compará-los a animais, porque até os animais se comportam melhor, porque respeitam a sua natureza e a natureza envolvente, que é a mesma porque nada existe em separado! Esse tipo de pessoas não tem absolutamente nada semelhante aos animais, eles sobrevivem arrastando-se num nível abaixo do dos animais. Eles danificam a sua mente, a sua capacidade cerebral é mantida em anestesia e hipnose, o cérebro deixa de funcionar correctamente, fica com o corpo e a mente dissociados, separados, perdendo a consciência da sua própria natureza física, mental e espiritual! Fica num estado de possessão e alienação para consigo mesmo e para com tudo ao seu redor!

rally das tascas

Rally das tascas, uma das tradições burguesas satânicas académicas, organizada pelos burgueses comerciantes locais e todos os seus cúmplices das associações académicas, numa negociata entre eles e com o objectivo de manter os Estudantes no estado Mental abaixo da condição animal!

Portanto, existem 5 tipos de mentalidade, e com base neste conhecimento podemos dizer o seguinte: O comportamento Humano determinante e a sua capacidade intelectual não é o somatório de todo o conhecimento que um Ser-Humano possui, mas sim o tipo de mentalidade ao qual ele pertence!

Por exemplo, um Médico com Mestrado e Doutoramento. Ele é iletrado? Claro que não, ele tem um elevado nível de conhecimento apreendido ao longo do seu estudo, investigação e carreira profissional, mas isto de nada lhe serve se ao longo da sua vida se ele se comportar como um zombie, um robot biológico, um demónio, que apenas executa um programa que lhe foi implantado na mente ao longo do seu estudo e carreira, colocando de lado e omitindo o uso da sua Consciência e intuição!

Perante tudo isto, a pergunta final que se coloca é: Que tipo de mentalidade prevalece na Sociedade Portuguesa? A mentalidade de Demónio, Animal, Zombie e o estado abaixo da condição animal, a omissão da actividade cerebral e da consciência pelo consumo de álcool e comida em excesso (gula), pela avareza, ganância, inveja, maldade, vícios e atitudes instintivas associados aos 7 pecados mortais.

Que tipo de pessoas produz a Cultura actual na qual vivemos? A actual Cultura insere as pessoas num Estado Mental primitivo e instintivo de condição Animal ou abaixo do nível animal, pela omissão completa do uso das suas capacidades cerebrais, a sua intuição e consciência! Promove o tipo de mentalidade animal, medieval!

Um exemplo disso são as feiras medievais que proliferam um pouco por todo o Portugal, cujo objectivo é incutir na mente das pessoas o estado mental primitivo, animalesco, medieval, típico de uma idade das trevas, falta de conhecimento gnóstico pela estagnação cerebral, omissão da intuição e ausência da Consciência Humana! Por outras palavras, promovem os 7 pecados mortais, o estado Mental abaixo da condição animal, Avareza, Luxúria, Gula, Ira, Inveja, Preguiça e Orgulho. Este é o Cubo, estado reptiliano, que mantém a Humanidade aprisionada ao seu estado físico, carnal, instintivo, primitivo, a rastejar, o estado reptiliano!

álcool

Subversão Religiosa!

A subversão Religiosa e Cultural, relacionando 2 conceitos totalmente opostos, o álcool que rebaixa o Ser-Humano à condição abaixo da de animal, associando este estado primitivo às congregações religiosas, a abadia!

Este é o plano da máfia global, da elite cabal, programar os Humanos a rejeitarem a sua capacidade intuitiva anulando a Consciência, aquilo que nos torna Verdadeiramente Humanos! A máfia global pretende destruir todo o tipo de conhecimento gnóstico e valores espiritualmente elevados, e ensinar às pessoas a se odiarem umas às outras, fazendo com que elas próprias se destruam mutuamente, e com isso criar o caos e guerras civis e mundiais!

Para isso pretendem subverter e destruir todos os bons ensinamentos e valores religiosos, financiando e apoiando os grupos extremistas e fundamentalistas para que estes provoquem atentados terroristas de forma a manipular a opinião pública para que as pessoas mais facilmente aceitem o fim de todas as religiões, e apoiem as invasões militares em países criando com isso ainda mais violência, sangue derramado e mortes evitáveis pela via diplomática, tal como aconteceu no médio oriente e na Síria com a guerra ao terror que as agências de inteligência e militares de todo o mundo a mando dos  Zionistas, engendraram e financiaram!

Agora voltando ao assunto principal deste Artigo, o Tricórnio da Universidade do Minho. Durante a discussão nos comentários, houve uma pessoa que escreveu o seguinte:

“Parei de ler na parte do tricórnio e quando começou a falar do preto e do vermelho, referindo a Tuna Universitária do Minho como exemplo. Nesta parte o autor demonstrou completo desconhecimento das entidades referidas e do porquê de se vestirem assim.

Tivesse o autor lido algumas coisas sobre o traje académico da UM e ficaria esclarecido quanto à sua origem, que nada tem a ver com satanismo, mas sim com o facto de ser baseado em trajos seiscentistas dos alunos do colégio de S. Vicente de Paulo, que trajavam como os alunos de Coimbra da época sob permissão do rei. Gravuras de tais trajos existem nos azulejos da reitoria da Universidade do Minho, sendo essas gravuras a base do traje académico da Universidade do Minho.”

A versão oficial do tricórnio da Universidade do Minho

Isto é evidentemente falso e este Artigo vai servir para provar que tudo isso é mentira, uma mentira que tem sido ensinada ao longo da história como verdade! O autor desse comentário não só demonstra ser um ignorante, pois quando não lhe agrada determinado assunto, ele pára de ler, ignorando a informação que lhe é prestada, e mesmo assim, não lendo a informação completa, não hesita em criticar algo que não leu. E pior ainda, parte do princípio que o autor do artigo em questão desconhece por completo as entidades referidas e o porquê de se vestirem assim, preto e vermelho com um tricórnio na cabeça!

Mas vai mais longe, afirmando que o traje académico preto e vermelho com um tricórnio na cabeça é baseado em trajes seiscentistas dos alunos do colégio de S. Vicente de Paulo, mencionando como prova as gravuras existentes nos Azulejos no Paço Arquiepiscopal da reitoria da Universidade do Minho, outra mentira, pois essas gravuras não representam estudantes nenhuns, e muito menos estudantes do colégio de S. Vicente de Paulo com tricórnios na cabeça, representam sim burgueses, corsários aristocratas, privateers, ou seja, piratas mercenários privados que eram contratados pela Aristocracia Absolutista daquela época, pelos Reis, a linhagem absolutista de Bragança da qual Duarte Pio faz parte e que é representada com os 2 Dragões Verdes que simbolizam Satanás, a “Serpente” que encanta, ilude e engana, que o Cavaleiro São Jorge domina e mata! 

Judeus Zionistas Fascistas Absolutistas que seguem ideologias comuno-capitalistas através dos monopólios mercantis e do controlo de todas as áreas sociais!

O chapéu bicórnio foi o sucessor do tricórnio e coexistiram mutuamente durante o século XVIII, altura da expulsão das Ordens Religiosas, nomeadamente em Braga, quando em 1759 expulsaram os Jesuítas do Colégio de São Paulo, hoje a Universidade do Minho! Era um chapéu usado por militares, entre a alta nobreza aristocrata e os mercenários piratas, privateers, corsários, que eram contratados pelo Rei e que usavam o Tricórnio para se identificarem como uma forma de provocação e de incutir medo no adversário que queriam liquidar, e de se distinguirem do resto da população! Dessa forma, sempre que a população os visse, rendiam-se imediatamente sem oferecer resistência, pois sabiam de imediato que se tratavam de piratas, mercenários, polícias e militares!

Estes aristrocratas e militares privados é o que temos hoje como empresas privadas que se apoderam de tudo que é do Público, do Povo, e os seus Mercenários Privados da Polícia, tais como a Blackwater, actual Academi, uma equipa de mercenários americanos privados que a troco de dinheiro são contratados para fazer o que os piratas faziam antigamente, destruir e matar! Ou como os recentes tristes episódios da chacina dos nativos Guaranis no Brasil, aqui e aqui, que o Governo Brasileiro Maçónico fez questão de mandar matar os nativos Guaranis que oferecessem resistência, para destruir e apoderarem-se das suas Terras, pertencentes aos Nativos Guarani que outrora foram educados e instruídos pelas Missões Jesuíticas dos índios Guaranis no Brasil nos séculos XVII e XVIII, e que desde 1983 é considerado Património Mundial pela UNESCO!

Os Jesuítas, ou pelo menos os bons jesuítas,  lutaram pelo Direitos e pelo fim da escravidão dos Nativos e dos Quilombos (locais de refúgio dos escravos africanos e afrodescendentes abrigando também minorias indígenas e brancas), e  fundaram juntamente com os Nativos Guaranis o que ficou conhecido como “Sete Povos das Missões“, o nome que se deu ao conjunto de sete aldeamentos indígenas fundados pelos Jesuítas e os Guaranis! Mas durante a expulsão dos Jesuítas e a extinção de todas as ordens Religiosas, os Sete Povos das Missões sofreram um genocídio pelos burgueses locais, os Bandeirantes, que ficou conhecido pela “Guerra Guaranítica”, que a mando dos colonizadores, destruíram as Comunidades Nativas das Missões Jesuíticas nos Sete Povos das Missões.

Bandeirantes colonizadores

Tricórnio – Capa Preta e Vermelha!
Domingos Jorge Velho (Santana do Parnaíba, 13 de março de 1641 — Piancó, 2 de abril de 1705) foi um bandeirante português nascido na colónia do Brasil, célebre por perseguir e matar os Nativos e por ter comandado a destruição do Quilombo dos Palmares.

A Companhia de Jesus (Jesuítas) fundou juntamente com os Nativos Guaranis das Terras Brasileiras os Sete Povos das Missões no Continente do Rio Grande de São Pedro, actual Rio Grande do Sul, criando uma comunidade de milhares de Nativos a viver em Paz e prosperidade uns com os outros, a praticar a mensagem de Cristo, Amor e Respeito! Estes milhares de Nativos foram destruídos pelos Bandeirantes, os privateers com tricórnios na cabeça e de preto e vermelho, que quando invadiram os 7 povos da missão começaram a dizimar os nativos e apoderaram-se das suas terras e todos os seus bens!

“Os Sete Povos foram fundados na derradeira onda colonizadora jesuíta na região, depois de terem sido fundadas dezoito reduções em tempos anteriores, todas destruídas pelos bandeirantes brasileiros e exploradores portugueses.” – Fonte

Os Jesuítas de hoje não são os jesuítas de outrora que defenderam as populações nativas, porque a maçonaria zionista, como bem sabem, infiltrou-se em praticamente todo o mundo e em todas as áreas sociais, incluindo o vaticano e os jesuítas!

Cruz de Caravaca, também conhecida por Cruz de Lorraine, Cruz de Borgonha.

As ruínas jesuítas de São Miguel das Missões, na Região das Missões. Património da Humanidade desde 1983 no estado do Rio Grande do Sul.

A Cruz de Borgonha está relacionada com a Dinastia de Borgonha, a primeira Dinastia do Reino de Portugal.

A devoção da Cruz de Borgonha, Lorraine Cross, chegou ao Brasil com Martim Afonso de Sousa, acredita-se que com os primeiros Jesuítas, que também a difundiram nas Missões. Nestas, destaca-se São Miguel, onde existe uma Cruz de Caravaca, feita pelos indígenas, e que é conhecida no Rio Grande do Sul como “Cruz Missioneira”.

Sepé Tiaraju

Sepé Tiaraju – Nascido em um dos aldeamentos jesuíticos dos Sete Povos das Missões, foi baptizado com o nome latino cristão de Joseph. Bom combatente e estrategista, tornou-se líder das milícias indígenas que lutaram contra as tropas do exército português e espanhol na chamada Guerra Guaranítica.

“No século XVIII, a região estava sob disputa entre Espanha e Portugal. O Tratado de Madri de 1750 havia posto a área à disposição de Portugal em troca da Colônia do Sacramento, e a saída dos Jesuítas espanhóis ali ficou decretada. Mas este Tratado gerou conflitos: nem padres nem índios queriam abandonar suas reduções, nem os portugueses queriam abandonar Sacramento. Houve uma série de confrontos armados que culminaram na Guerra Guaranítica, que deixou um rastro de destruição e sangue que abalou as estruturas do sistema missioneiro dos Jesuítas!”

Sepé Tiaraju

“Logo depois veio o fim: com a intensa campanha difamatória que os Jesuítas sofreram a partir de meados do século XVIII, a Companhia de Jesus foi expulsa de terras portuguesas em 1759, e em 1767 a Espanha fez o mesmo. No ano seguinte todas as reduções foram esvaziadas, com a retirada final dos Jesuítas. Então suas terras foram apossadas pelos espanhóis e os índios foram subjugados ou dispersos.”

“Quando em 1801 eclodiu nova guerra entre Portugal e Espanha, os Sete Povos já estavam em tal estado de desintegração que com apenas 40 homens Manuel dos Santos Pedroso e José Borges do Canto conseguiram conquistá-los para Portugal, embora pareça ter havido a participação indígena como facilitadora da tomada de posse. Depois disso Portugal anexou o território ao Rio Grande do Sul, instalando um governo militar na região, encerrando todo um ciclo civilizatório e dando início a outro.”

Depois disso Portugal anexou o território ao Rio Grande do Sul, instalando um governo militar na região
Dinastia de Bragança à qual D. Duarte Pio faz parte, a linhagem do dragão (serpente) verde!

Esta dinastia de Bragança, falsa linhagem de Cristo, que presta culto a satanás, por intermédio da Monarquia absolutista que quer o Islão quer o Cristianismo condenam, destruiu com reformas e com a expulsão de todas as Ordens Religiosas de Portugal, da Europa e do Brasil, nomeadamente a expulsão dos Franciscanos, Beneditinos, Carmelitas descalças, os Jesuítas, assim como mandou pilhar, roubar, saquear e destruir as rotas marítimas dos Países Cristãos e deu ordens aos seus Corsários, Privateers, para se apoderarem dos Bens Religiosos, nomeadamente o Colégio de São Vicente de Paulo, hoje a Universidade do Minho, outrora obra pertencente aos Jesuítas, a Companhia de Jesus! Este episódio está descrito nos Azulejos no Paço Arquiepiscopal da reitoria da Universidade do Minho!

Não foi por acaso que o Vaticano elegeu como Papa um Jesuíta que é membro do clube maçónico Rotary, para nos enganar! O Papa Francisco é um falso profeta porque os Jesuítas de hoje são um ramo da maçonaria, a maçonaria infiltrou-se no Vaticano e nos Jesuítas! Por isso é que o Papa anda a tentar acabar com as congregações religiosas para centralizar o poder absoluto religioso no Vaticano! Faz tudo parte da agenda da nova ordem mundial, o anti-Cristo!

Mercenário Corsário com tricórnio na cabeça

Mercenário Corsário com tricórnio na cabeça, um Privateer, a agredir um pobre (reparem nas calças rasgadas e está descalço), que a mando da monarquia absolutista do século XVIII invadiram o Colégio de São Paulo pertencente aos Jesuítas no âmbito do processo de expulsão das Ordens Religiosas!

“Dos painéis em causa não existe qualquer menção que fossem estudantes os ali retratados (aliás os trajes que vemos não são estudantis), e o que neles vemos são cenas quotidianas e pessoas com trajes que apontam, até, para burgueses em cenas bucólicas como pano de fundo. Entre o que os painéis de azulejo mostram e o actual traje da Universidade do Minho, a distância é colossal.” – Fonte

Entre o que os painéis de azulejo mostram e o actual traje da Universidade do Minho, a distância é colossal
Colégio São Vicente de Paulo

Colégio São Vicente de Paulo, actual Universidade do Minho, ordens religiosas a viver e a conviver em Paz junto às Termas!

Esta lápide em azulejo representa o processo de Cristianização / Cristialização do Ser-Humano, a Purificação interior, o desapego materialista, e o domínio sobre as tentações carnais pelo processo de Expurgação das Águas, identificada nos Azulejos com a Fonte, o Rio, e o Baptismo. O Corpo-Humano é composto na sua maioria por Água! A Cidade de Braga é conhecida por ter sido muito rica em Termas, aliás todo o Portugal é possuidor de várias estâncias Termais e Bracara Augusta, nome romano da actual Cidade de Braga, é particularmente rica em Termas.

“À semelhança de outras cidades romanas Bracara Augusta possuía várias termas públicas.”Fonte

Sobre a História e os recentes estudos da Universidade do Minho sobre os locais termais existentes em Braga, deixo-vos com as seguintes fontes de informação da própria Universidade do Minho:

As termas romanas do Alto da Cividade : um exemplo de arquitectura pública de Bracara Augusta

As termas públicas de Bracara Augusta e o abastecimiento de água da cidade romana

Privateer a tapar o nariz por causa do cheiro a enxofre das termas!

Privateer a mando das autoridades com o tricórnio na cabeça

Este Privateer, Corsário mercenário a mando de interesses privados, está com a mão no nariz, a tapar o nariz por causa do cheiro das águas termais que existem abundantemente em Braga, locais esses que as ordens religiosas e o Povo frequentavam pois conheciam perfeitamente as suas propriedades medicinais! Estas águas termais são sulfurosas pois contêm grandes concentrações de gás sulfídrico, Sulfeto de hidrogénio, conhecido por Enxofre ou gás de ovos podres, nome dado por causa do seu intenso cheiro a ovos podres.

Este gás sulfídrico tem um elevado poder anti-séptico e anti-bacteriano e por isso é que as pessoas se banhavam nessas águas como podem ver nesses azulejos do Paço Arquiepiscopal da reitoria da Universidade do Minho. As pessoas banhavam-se nessa água, bebiam dessa água, respiravam o gás sulfídrico e hoje em dia continuam a fazê-lo nas estâncias termais que foram privatizadas, ou seja, o que antigamente era a céu aberto e para toda a gente, hoje é um luxo e apenas para quem tem dinheiro! Tal como estão a fazer com a água pública que existe abundantemente na natureza, a história é a mesma, Privateers, Privatização!

Águas Termais, o Convento, Ordens Religiosas e os habitantes dessa localidade

A lápide em azulejo diz o seguinte em Latim:

“Expurgante arbusta Gotho dissultat in amnem
É, capulo ferrum, ferrum dic ab amne trahit.
Hic celestis homo, exemplar virtutis, imago,
Doctrine Christi, relligionis apex.”

Que traduzido em Português significa o seguinte:

“Expurgar a raíz do mal, nas águas
E, punho de ferro, ferro que as águas trazem.
Eis o Ser-Humano Celeste, a imagem e o modelo de virtude,
Da Cúpula Religiosa da Doutrina de Cristo

Esta mensagem refere-se ao ímpeto, explosão, de Gotho, no Latim “Gotho dissultat”, que traduzido significa a explosão, o instinto, o impulso de Gotho. Gotho vem de Goths, os Visigoths, um Povo Germânico do Leste Europeu, Gótico e Bárbaro, que tiveram um papel preponderante na queda do Império Romano e no surgimento da idade Medieval, a idade das Trevas, tal como estão a querer fazer novamente, inserir as pessoas numa mentalidade medieval, obscurantista, sem Conhecimento nem Cultura, apenas inseridos em rituais báquicos, de carne de porco numa mão e álcool na outra, a viver de forma bárbara, unicamente em função do materialismo, do apego às coisas mundanas, escravos dos 7 pecados mortais!

O ferro que a mensagem refere, é o ferro existente nas águas, nas águas termais bastante ricas em sais minerais, um deles o ferro, conhecido por ser um dos minerais mais importantes na oxigenação celular, contribuindo por isso para o fortalecimento do Organismo Humano, do Sangue, evitando anemias (a pele pálida Góthica) e a consequente Elevação Espiritual pelo aumento da frequência vibracional da Luz do Espírito, da Força Vital Humana, pelo Sangue que corre nas Veias!

Tricórnio na cabeça e vestidos de preto!

A chegada dos Privateers, Mercenários Privados a mando do poder absoluto, ou seja, os homens do fisco, que no âmbito do processo de expulsão e de extinção das Ordens Religiosas, expulsaram todas as congregações religiosas do Colégio de São Vicente de Paulo, actual Universidade do Minho.

Discussão entre os Privateers do Rei

Discussão entre os Privateers do Rei com os mandatos de expulsão na mão (os papéis)

“O Presidente da Direcção da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) entre 1988 e 1991, Luís Novais – estudante com profundas ligações ao CAUM – foi o responsável pela introdução do actual traje na academia minhota. No desenrolar de um trabalho do seu percurso académico (não se sabe que disciplina), supostamente reparou nuns manuscritos do século XVIII das memórias de Ignácio José Peixoto (Arquivo Distrital de Braga) aparecia o seguinte “Braga era uma Universidade.” (…) “Direi agora como trajavam os estudantes…” e descrevia-se o traje dos estudantes da Universidade que, supostamente, existia em Braga, na época. Contudo, não se conhece essa “descrição”, e tão pouco qualquer linha desse “estudo”.”

“O que é facto, isso sim, é que em Braga nunca houve Universidade e muito menos Estudos Gerais. Os Jesuítas detinham, de facto, em Braga, um colégio, o Colégio de S. Paulo, mas que era cursado pelos colegiais (não lhe chamamos seminaristas, porque essa designação é reservada aos estudantes matriculados em escolas de ensino médio subordinadas à autoridade de um prelado diocesano, ou seja, escolas do clero católico secular), nada mais.

E foi precisamente em 1759 que foram expulsos de Portugal, altura em que dirigiam vinte e oito colégios de ensino secundário, em Portugal, bem como a Universidade de Évora (que lhes foi oferecida em 1559 pelo cardeal D. Henrique), não constando que dirigissem qualquer Universidade em Braga (voltariam a Braga, é verdade, mas em 1875, sendo preciso esperar pela década de 40 do séc. XX, depois de terem sido novamente expulsos em 1910 e regressarem em 1934, para se falar, então sim, de ensino superior em Braga: em 1942 o Curso Superior de Ciências Filosóficas” e, em 1947, a Faculdade Pontifícia. Mas oficialmente, só existe Universidade em Braga em 1971, quando formalmente reconhecida pelo Estado português.

O que é facto, isso sim, é que em Braga nunca houve Universidade e muito menos Estudos Gerais.
A expulsão das populações e das ordens religiosas que viviam em Paz e Harmonia com a Natureza!

“Em 1875, o traje usado no Liceu Nacional de Braga e demais escolas era a Capa e Batina, traje que viria a ser designado por Traje Nacional (Decreto nº 10.290, de 12.11.1924, que procedeu à nacionalização da capa e batina nos liceus e ensino superior como Traje Nacional do Estudante Português), usado desde a segunda metade do séc. XIX pelos liceus, escolas superiores e Universidades (Porto e Lisboa tornar-se-iam universidades em 1911).”

Jesuíta Padre António Vieira no famoso “Sermão de Santo António aos peixes“.

“Com uma construção literária e argumentativa notável, o sermão pretende louvar algumas virtudes humanas e, principalmente, censurar com severidade os vícios dos colonos. Este sermão (alegórico) foi pregado três dias antes de Padre António Vieira embarcar ocultamente (a furto) para Portugal, para obter uma legislação justa para os índios.”

nacionalização da capa e batina nos liceus e ensino superior como Traje Nacional do Estudante Português
Padre António Vieira

Padre António Vieira no famoso Sermão de Santo António aos Peixes, vestido de Monge, com o hábito, a túnica. Nada de tricórnios e muito menos preto e vermelho!

O traje dos Jesuítas era por demais evidente, e não tem nada a ver com tricórnios na cabeça e muito menos com os trajes académicos pretos e vermelhos! São vestes religiosas, batinas, conhecidas por “hábitos” dos Monges!

Expulsão das Ordens Religiosas

Expulsão das ordens religiosas pelos bárbaros a mando do poder absolutista e dos seus carrascos maçónicos especulativos!

A mão não engana, Hidden Hand, simbologia maçónica!

Marquês de Pombal e o seu Bicórnio (sucessor do Tricórnio) usado pela alta aristocracia e associado à guerra! Vestido de… Preto e Vermelho! A mão escondida (hidden hand) não engana! É uma simbologia usada pela maçonaria tal como aqui já vos mostrei!

Um Colono vampiro (não suporta o Sol) a escravizar um Nativo!

Um Colono vampiro que não suporta o Sol a escravizar um Nativo, Tricórnio na Cabeça e a Bandeira da Pirataria, Skull and Bones lá atrás!

Reparem na semelhança entre as vestes deste Privateer Colono e os Privateers que expulsaram as Ordens Religiosas do Colégio de São Vicente de Paulo, actual Universidade do Minho.

Thomas Anstis

Thomas Anstis, famoso Corsário (Privateer) com Tricórnio na Cabeça Preto e Vermelho!

Stede Bonnet

Stede Bonnet, Corsário (Privateer) com Tricórnio debaixo do braço e a bandeira Skull and Bones

E como qualquer pirata que se preze, eles usavam os seus chapéus para se identificarem, para intimidar quem queriam atacar como forma de os amedrontar, esses chapéus ficaram conhecidos como os famosos chapéus dos piratas, os tricórnios! E as famosas cores dos Piratas são: O Preto e o Vermelho!

Barba Negra

Famoso pirata inglês conhecido como Barba Negra, Blackbeard, Barbarossa

Existe um periodo na História conhecido por “Golden Age of Piracy”, entre os séculos XVI e XVIII, altura dos Descobrimentos, em que os Navegadores de Nações como Portugal, Espanha, França e Inglaterra, disputaram uma guerra à descoberta do “Novo Mundo” e quando lá chegavam e descobriam novas terras e novos Povos, decidiam apoderar-se dessas terras, roubar, matar e como bónus deixavam lá ficar doenças contraídas pelos seus hábitos deploráveis de falta de higiene, e hábitos alimentares intoxicantes, especialmente pelo abuso do álcool e da carne de porco. Os bucaneiros, um tipo de pirata, tinham até um hábito comum entre eles, o de fumar carne de porco fumada!

“A raiz da palavra bucaneiro está no francês boucanier. O boucan é um grelhador usado para fazer carne fumada. Este é uma forma de preservar carne dos índios nativos das Caraíbas Arawak, que ensinaram a técnica aos colonizadores ilegais em Hispaniola (actual ilha do Haiti e República Dominicana). Estes colonos intrusos caçaram o gado e porcos selvagens e usaram o boucan para preservar a carne para depois comer ou vender aos navios que passavam. Os caçadores que viviam do boucan, ficaram conhecidos por bucaneiros.”

“A raiz da palavra bucaneiro está no francês boucanier. O boucan é um grelhador usado para fazer carne fumada.”
Blackbeard the pirate. (Captain Edward Teach) As painted by the artist Jean Leon Jerome Ferris The capture of Blackbeard in 1718 , With a flaming beard mad-eyed Captain Edward Teach (1680 – 1718), a pirate known as ‘Blackbeard’ who plundered the coasts of the West Indies, North Carolina and Virginia.

Barba Negra, Blackbeard, Barbarossa, Tricórnio Preto e Vermelho!

Chelsea Pensioners

Chelsea Pensioners, Reformados do Exército Britânico – Tricórnio, Preto e Vermelho!

Confrarias são grupos maçónicos!

Confraria dos Vinhos de Carcavelos, – Tricórnio, Preto e Vermelho!

Skull and Bones

Bandeira de Edward England, pirata Inglês

Skull and Bones

Símbolo da Ordem Praxe e Academia por excelência

Edward England

Edward England, pirata inglês, Tricórnio na cabeça!

É importante também relembrar que Inglaterra tem uma longa tradição de pirataria, ou seja, de ladroagem, de se apoderarem de tudo e de todos, o que pelos vistos tem sido uma prática adoptada e recorrente em Portugal! Não nos devemos esquecer que a Revolução Americana e a consequente Guerra da Independência dos Estados Unidos teve como causa o boicote americano à taxação britânica!

“O Parlamento Britânico insistia em que tinha o direito de taxar os colonos para financiar a defesa militar das colónias, a qual se tinha tornado cada vez mais dispendiosa devido às guerras entre os franceses e os índios. As colónias opunham-se àquela taxação argumentando que já gastavam o suficiente na governação local para manter a sua posição no Império Britânico, com Benjamin Franklin a marcar presença no Parlamento Britânico defendo que “As colónias já tinham junto, vestido e pago, durante o último ano, perto de 25 000 homens, e gasto muitos milhões.” Os colonos alegavam que, como eles eram cidadãos britânicos, impor leis no Parlamento aos colonos e, em particular, taxação sem representação, era ilegal.”

O Parlamento Britânico insistia em que tinha o direito de taxar os colonos para financiar a defesa militar das colónias

Concluindo, o Tricórnio não tem absolutamente nada a ver com os alunos do Colégio de São Vicente de Paulo, as Ordens Religiosas, e muito menos com os alunos de Coimbra! É um símbolo aristocrático militar, associado à guerra e destruição, à pirataria, aos corsários, privateers!

Mas mais grave do que tudo isto, é o que esta sociedade em estado de podridão anda a fazer às crianças, a promover na educação infantil este símbolo militar de guerra e destruição associado à demonologia, à violência entre Seres-Humanos, a roubos, chacinas, crimes de guerra e todo o tipo de actos deploráveis, desumanos, o chapéu tricórnio usado na letra da famosa canção infantil: “O meu chapéu tem 3 bicos”.

Agora já sabem o que esta estúpida música significa:

O meu chapéu tem 3 bicos

E nesta versão da música mais recente (eliminaram o vídeo do youtube), eles até chegam ao ponto de colocar um menino a cantar essa música em estilo RAP com os símbolos satânicos nas mãos (fazer cornos):

eliminaram este vídeo!

E claro que não podia faltar a praxe com esta canção!

“Aliás, conviria recordar que hábito dos padres da Companhia de Jesus, o hábito jesuítico, usado pelos mestres e escolares nessa época, era composto no seguinte figurino e cor: capa talar preta, de corte singelo, sem bandas dianteiras nem gola; túnica talar preta, ordinariamente conhecida por roupeta, que se apertava com cinto de pano, de enfiar pela cabeça, abrindo na frente, entre a base do pescoço e o meio do peito; barrete preto de quatro cantos, sobrepojado por cristas e pompom.”

Jesuítas

Segundo António M. Nunes, especialista nesta matéria, outra particularidade distinguia aquela ordem: o barrete dos jesuítas, conquanto de formato quadrangular, e com três cristas ou cornos, não tem pompom. Essa é uma especificidade própria do barrete da Companhia de Jesus, que só leva borla quando se trata de um detentor de grau académico. Aí sim, aplica-se no centro da copa um borla que pode ser de pompom ou laureada. Nos demais casos, o barrete é ornado com uma espécie de flor de cartão recortada e forrada de preto. Tal tipo de barete pode ser visualizado no blogue de Dieter Philippi sobre chapéus religiosos”

Jesuíta

Luís Novais decidiu, com base num estudo duvidoso, (re)introduzir esse tal traje, que, segundo ele, morrera com a expulsão dos jesuítas de Braga pelo Marquês de Pombal, nas tradições académicas da AAUM. Na verdade, ele foi desenhado por uma estilista, supostamente com base na descrição de Ignácio José Peixoto e nos painéis de azulejo do século XVIII que existem na escadaria do Paço Episcopal Bracarense, situado no Largo do Paço, actual Reitoria da Universidade do Minho, naquilo que resulta num traje que pouco ou nada tem a ver com a iconografia dos azulejos do Paço Episcopal (e que seria sempre, por isso, uma deturpação histórica e não uma reconstituição ou reabilitação de trajes antigos).

Na verdade, o traje foi uma imposição unilateral que não teve apoio ou chancela de qualquer historiador ou especialista em etnologia, baseado num método investigativo altamente duvidoso, sobrepondo-se, até, ao facto de na UM se usar, nessa altura, capa e batina (ou seja já havia traje, esse sim com tradição).

Jesuítas – Azulejos no Paço Arquiepiscopal da reitoria da Universidade do Minho!

O que, entretanto, não deixa de ser curioso é que o hábito beneditino viria a ser re-adaptado pelo corpo docente da Universidade do Minho (várias ordens religiosas portuguesas tiveram colégios estabelecidos junto da UC até 1834 para os seus alunos e docentes franciscanos, dominicanos, carmelitas e beneditinos), não optando por nenhum traje da Companhia de Jesus.

Assim, reclamar a história do Colégio de S. Paulo, em Braga, como tendo tido privilégios de graus e traje, parece pouco fundamentado para legitimar a ideia de ter havido um traje académico bracarense, quando não podemos cair no erro de confundir Colégios com Universidades. O que ocorreria, isso sim, era que os escolares desses estudos, seminaristas e eclesiásticos, vestiriam conforme a sua condição e posses, um pouco como sucedia em qualquer outra instituição de ensino, tal como em Coimbra.

O facto é que o erro, por falta de contestação, criou raízes e a ficção passou a ser tida como facto histórico. O Traje da Academia Minhota, que Luís Novais inventou, é designado por Tricórnio e, de certa forma, a sua justificação histórica um embuste.”

Fonte – Retirado da Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_do_Minho

Na verdade, o traje foi uma imposição unilateral que não teve apoio ou chancela de qualquer historiador ou especialista em etnologia, baseado num método investigativo altamente duvidoso

Como podem ver, os Jesuítas fazem parte do problema e estão metidos na Maçonaria, no Vaticano e na ocultação e deturpação histórica! Até o próprio Amoreiras Shopping e os incêndios no Chiado têm ligações com os Jesuítas tal como podem ver aqui!

E tal como o próprio Notas e Melodias admitiu no seu Blog:

Não há nenhum elemento seguro que nos permita estabelecer uma conexão entre os textos de Peixoto e o painel de azulejos das escadarias do antigo paço episcopal de Braga. Se os figurantes de casaca nobiliárquica são efectivamente estudantes laicos matriculados no Colégio de São Paulo, porque não apresentam tricórnio e capote conforme descreve o documento? Se os figurantes de abatina, capa comprida e tricórnio são efectivamente alunos do Colégio de São Paulo (e aqui a descrição de Peixoto coincide com o desenho), porque estão de cabeleiras compridas quando o privilégio de peruca era exclusivo dos estudantes da Universidade de Coimbra, regalia que Peixoto conhece e anota?”

“Em sede de primeira conclusão, no Colégio de São Paulo de Braga usavam-se três trajes, conforme a categoria e estatuto dos alunos. Luís Novais seleccionou em 1989 apenas um e o que seleccionou não coincide nem com os textos de Peixoto nem com as figuras presentes no painel de azulejos da Reitoria. Corresponde sim a um figurante masculino que enverga um traje civil à base de calções, jaquetão curto e tricórnio, sem capa nem capote. Segundo o código vestimentário da época, este tipo de jaquetão não era admitido a estudantes nem a clérigos. Era próprio de almocreves, criados de servir, boleeiros, camponeses de certa abastança.

Não há nenhum elemento seguro que nos permita estabelecer uma conexão entre os textos de Peixoto e o painel de azulejos das escadarias do antigo paço episcopal de Braga
Chapéu Tricórnio ao longo da história

Golden Age of Piracy, Os vários tipos de Tricórnio ao longo da história

One thought on “Praxes académicas – The Manuale Scholarium – Parte 9 – O Tricórnio da Universidade do Minho

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