Praxes académicas – The Manuale Scholarium – Parte 10 – Tragédia do Meco, 15 de Dezembro de 2013, Festival de Alcione em que os gregos celebravam a paz e a harmonia

O que realmente aconteceu na Praia do Meco, entre a meia noite e a uma da manhã do dia 15 de Dezembro de 2013? Antes de mais vamos analisar a vibração dessa data à Luz da numerologia e Gematria:

15+12+2013 = 15 + 12 + (2+0+1+3) = 15 + 12 + 6 = 33 (Master Number) = um dia com uma vibração 33, que corresponde à Consciência Cristã, Christ Counsciousness, claro que eles tinham que realizar um ritual neste dia para baixar a vibração espiritual!

Eles fazem sempre isto tal como vos tenho revelado, não é difícil saber quando é que a elite cabal vai cometer rituais e atentados, basta analisar a vibração das datas porque os rituais e atentados são quase sempre cometidos em datas com números de elevada vibração, principalmente em datas com Master Number e números qliphóticos, como 11, 22, 33, 44, 13, 17, etc.

O que eles fazem é subverter (dão um sentido contrário) o lado positivo de uma data, por exemplo, como o número 33 tem uma elevada vibração que corresponde à consciência Cristã, eles fazem algo nessa data com uma vibração contrária, como cometer atentados ou rituais em que matam animais, humanos ou destroem a natureza, para induzir uma vibração negativa nesse dia e anular a vibração positiva dessa data! Este é o principal modo de actuação dessas bestas satânicas, tudo que é bom eles desvirtuam e destroem e tudo o que é mau eles promovem na sociedade como sendo bom! Eles fazem tudo ao contrário

atentados terroristas são cometidos com base na gematria das datas

Uma vez que as autoridades vão continuar a negar a público a relação entre o satanismo e as tradições académicas como as praxes e a própria estrutura e modo de funcionamento piramidal do ensino (esquema fraudulento de negócio) e das universidades que escolhem quem sai da universidade e quem lá deve ficar ano após ano a pagar propinas, uma vez que as autoridades vão continuar a mentir e a inventar histórias para que as pessoas não descubram o que realmente se passa por detrás das praxes, que são autênticos rituais satânicos disfarçados de integração, como tenho vindo a explicar ao longo desta série de Artigos “The Manuale Scholarium”.

Uma vez que as autoridades vão fazer de tudo para manter presente na Sociedade Portuguesa a existência de rituais satânicos no seio Académico eufemesticamente denominados de praxes de integração. Uma vez que as autoridades sabem disto tudo mas calam-se muito bem caladinhos. Uma vez que ninguém tem coragem para dizer a Verdade e optam pela neutralidade, ou seja, preferem os lugares mais sombrios do inferno especialmente reservados aqueles que se mantêm neutros em tempos de crise moral! Uma vez que os Portugueses estão mais preocupados com futebol, novelas, e o big brother, alguém tem de interromper este ciclo destrutivo expondo a público a Mentira para que as Novas Gerações que são o Futuro da Humanidade não tenham que sofrer e morrer precocemente por causa do silêncio dos culpados de hoje!

» Os Factos:

  1. 15 de Dezembro de 2013, dia do Festival de Alcione em que os gregos celebravam a paz e a harmonia.
  2. Noite de Lua cheia
  3. Eram 7 estudantes trajados!
  4. Os 7 estudantes não estavam em época de praxe! As praxes  têm início logo após a semana de matrículas e duram até ao final das actividades da Recepção ao Caloiro ou até ao final da 1ª Semana Académica. Os 7 estudantes não estavam dentro desses períodos de praxe!
  5. Os estudantes não eram caloiros! Cada um deles era o responsável pela praxe no seu respectivo curso.
  6. Era comum 1 vez por ano eles se reunirem para fazerem algo fora da Faculdade!
  7. Arrendaram uma casa distante da Faculdade
  8. Estavam todos trajados de preto e levavam as insígnias da praxe com eles, nomeadamente a colher de pau
  9. Um dos estudantes levava nas mãos um grande ramo de flores
  10. A tragédia aconteceu entre a meia noite e a uma da manhã de 15 de Dezembro de 2013
  11. O alerta do sobrevivente foi dado por volta da uma da manhã.

Perante tudo isto, alguém que me consiga explicar o seguinte:

Porque é que são 7 estudantes? Como é que 7 estudantes fora da época de praxe, todos eles responsáveis pela praxe dos seus cursos, portanto, não são caloiros e como tal não são praxados, tinham por hábito 1 vez por ano este tipo de encontros? Como é que 7 estudantes se lembram de arrendar uma casa perto do mar, em noite de Lua cheia, com um grande ramo de flores na mão, todos trajados de preto e que se faziam acompanhar da colher de pau da praxe, e na madrugada de 15 de Dezembro de 2013, dia relacionado com o Festival de Alcione em que os gregos celebravam a paz e a harmonia, 6 estudantes são levados pelo mar, e 1 fica não para contar a história mas para se manter em pacto de silêncio!

O alerta do sobrevivente foi dado por volta da uma da manhã. O que aconteceu neste período?

Não duvido que os 6 estudantes que foram levados pelo mar tivessem mesmo os pés amarrados, uma vez que para 7 pessoas serem todos levados pelo mar, e apenas 1 sobreviver, alguma coisa esses 6 estudantes tinham que ter que lhes dificultou a resistência e a saída do mar. Podem ter ficado inconscientes com a onda do mar, mas todos eles menos 1? Não faz sentido nenhum!

“Pouco tempo depois soube-se que vestiam todos traje académico e que, além de frequentarem a mesma universidade, tinham em comum a sua ligação à aplicação da praxe académica na instituição. Cada um deles era o responsável pela praxe no seu respectivo curso.

E mesmo que se trate de pés amarrados, aquilo não era uma praxe, uma vez que não estavam em épocas de praxe e muito menos eram caloiros, eles eram os responsáveis pelas praxes dos seus cursos, não estavam por isso a ser praxados, nem podem porque não eram caloiros!

O simples facto do sobrevivente se remeter a um pacto de silêncio já é por si um sinal de suspeita e que demonstra claramente que alguma coisa aconteceu que não interessa vir cá para fora! Mas pelo que li na comunicação social, as autoridades respeitaram esse pacto de silêncio, ou seja, estão a encobrir um suspeito de um crime! Porquê? Não há indícios de crime?

Sete pessoas estão juntas num local, 6 morrem, 1 sobrevive, as autoridades chegam ao local e perguntam ao sobrevivente o que aconteceu e ele responde: Estou em pacto de silêncio. Ok, está tudo bem, podes ir embora, queres um psicólogo? Pega lá um à custa do zé povinho, meu menino querido, coitadinho, está em pacto de silêncio, temos que respeitar e não interrogar, é uma vítima, não um suspeito! E para aqueles que querem manter tudo como está em Portugal, o Dux fez-lhes um grande favor, levou até à morte 6 Jovens promissores, o Futuro de Portugal. Tudo serve para mandar daqui para fora os Jovens Portugueses, se não é pelo ar, é pelo mar!

Não estamos em épocas de praxe, e ninguém vai para uma praia de madrugada praxar os próprios responsáveis pela praxe no seu respectivo curso! O que aconteceu? Queremos a Verdade!

A Lua é usada em rituais de feitiçaria por causa da sua influência magnética na Terra e em todos os seres-vivos! Esses rituais tanto podem ser usados para o bem como para o mal dependendo da intenção de quem os pratica.

O uso do número 7 é usado muitas vezes em feitiçaria, e esses rituais são muitas vezes feitos na praia! Eis alguns exemplos:

PARA TER DINHEIRO O ANO INTEIRO

“Leve para a praia sete rosas brancas, sete moedas do mesmo valor, perfume de alfazema e um champanhe. Faça uma oração a Iemanjá e a todos os Orixás que possuem força no mar. Conte sete ondas e jogue as rosas ao mar. A seguir, despeje o conteúdo do champanhe e ofereça aos Orixás. Lave as moedas com o perfume de alfazema e coloque-as na mão direita. Mergulhe a mão na água e peça proteção financeira. Deixe o mar levar seis moedas e fique com uma, que deve ser guardada o ano inteiro como amuleto.”

Heptagram, Septagram (7) – Selo de Babalon (Babilónia)

O primeiro heptagram/septagram foi usado como um símbolo da Kabbalah, e mais tarde por Aleister Crowley e pela sociedade Ordo Templi Orientis, onde era conhecido como Star (ou selo) de Babalon. Na alquimia, uma estrela de sete faces refere-se aos sete planetas que eram conhecidos pelos alquimistas antigos.

Aleister Crowley escolheu o Septragram para ser seu glifo para Babalon, a “Grande Prostituta”, a sua visão da síntese do universo de muitas maneiras.

O significado do número sete é muito usado e conhecido na maioria dos escritos ocultistas. Sete/Seth (o deus egípcio da violência e da desordem, da traição, do ciúme, da inveja, do deserto, da guerra, dos animais e serpentes.) representa o triunfo da matéria sobre o Espírito (4/3), ou espírito sobre a matéria (3/4), dependendo da intenção com que ele é usado. O Septagram como símbolo do equilíbrio é infalível. Ele manifesta todas as sete grandes energias planetárias em equilíbrio, na forma dos sete planetas antigos conhecidos pelos filósofos. – Leiam mais sobre este assunto aqui

O jogo do copo, com um septagrama/heptagrama, e 7 pessoas!
Símbolos satânicos

E agora vem o mais interessante no meio de todo este labirinto, isto só vem confirmar tudo aquilo que tenho vindo a escrever, as Faculdades Portuguesas em parceria com as Associações Académicas estão cheias de satanismo e de rituais de feitiçaria!

The beginnings of the Mystical 7, and most American college fraternities, can be traced to the influence of Freemasonry in early American society.

Fraternidades Universitárias, reparem no Heptagram, Septagram, e nos 7 estudantes!

Esta imagem é extremamente importante, consegue mostrar tudo aquilo que tenho escrito sobre as praxes, o satanismo e as universidades! Esta imagem vale por 1000 palavras!

As origens do místico 7, e a maioria das fraternidades universitárias americanas, são atribuídas à influência da Maçonaria na sociedade americana!

A influência maçónica infiltrou-se diretamente após as revoluções, e algumas sociedades americanas de literatura Grega, incluindo a “Phi Beta Kappa”, e a “William and Mary”, em 1776, e a “Kappa Alpha” no Union College, em 1825, foram formados de acordo com a estrutura maçônica. É indiscutível que a maçonaria influenciou as etapas iniciais da criação da sociedade “Mystical 7″. Os escritos dos primeiros místicos fazem referências à sua nova forma de maçonaria, e muitas das gravuras e simbologias usadas nos seus utensílios de rituais, como o caldeirão (símbolo da praxe), podem ser encontrados em vários textos maçónicos publicados.

A Sociedade Mística dos 7, foi a primeira sociedade secreta criada após o incidente do maçom Morgan (The Morgan incident).

“The Mystical 7 was the first major college secret society to be formed after the Morgan Incident. It is nearly indisputable that the dearth of masonic information influenced the early formation of the Mystical 7. The writings of the early mystics make occasional reference to their “new form of masonry” and many of the early cauldron covers can be specifically matched to ritual etchings in published masonic texts.” – Continuar a ler

O secretário de Estado do Desporto e Juventude, Emídio Guerreiro, considerou que o incidente que levou à morte de seis estudantes na Praia do Meco “não é praxe académica” mas sim uma “questão policial”. A pergunta que eu deixo é: Se o incidente no Meco não tem relações com as Praxes Académicas, porque razão os 7 alunos estavam trajados na noite do incidente, e levavam consigo as insígnias da praxe, nomeadamente a colher de pau?

Mais ainda, Emídio Guerreiro afirmou que os estudantes não estavam a cumprir a lei, pelo que pergunto, Qual Lei? A Lei do Código da Praxe que não é oficializado e não tem nenhum valor jurídico-legal? É que se for a Lei do Código de Praxe a que ele se está a referir, então o incidente está relacionado com a Praxe e ele está-se a contradizer, se for outra Lei qualquer, sinceramente, não sabemos a que Lei ele se está a referir que impeça 7 estudantes de arrendarem uma casa de fim-de-semana e irem até à praia curtir uma Lua Cheia. Pelo que fica a dúvida a que Lei ele se está a referir, porque se realmente houve exercícios de praxe nessa noite, a única Lei que foi violada para cometer um Crime, foi o Código Penal, e o único Criminoso tem um nome: A Praxe!

Eles fizeram de tudo para incriminar o Dux João Miguel Gouveia como sendo o único responsável pelo incidente que vitimou os 6 estudantes, quando ele só sobreviveu por mero azar, ou sorte! Neste caso, azar, porque fizeram dele um bode expiatório, propositadamente para salvaguardar as tradições satânicas que são as praxes e tudo que está envolvido com as tradições académicas e com todo o tipo de rituais satânicos que vocês não fazem a mínima ideia, e porque não sabem, eles usam-vos como peões, marionetas nas suas mãos para manterem essas tradições nas sociedades que querem controlar e perpetuar as sua posições de poder no topo da pirâmide mantendo toda a sociedade estagnada numa roda de vida e morte cíclica (samsara) com os incompetentes, psicopatas e assassinos sempre no poder a comandar, sem nada mudar!

Eles não querem mudanças porque sabem que isso significaria o fim do satanismo na Sociedade Portuguesa! Eles não querem Luz, querem trevas, trajes negros, noites, álcool, ócio, drogas, fornicação, apego material e mundano e desapego espiritual! É só isso que lhes interessa perpetuar na Sociedade Portuguesa, o negócio lucrativo da destruição Humana para que o topo da pirâmide se mantenha sempre inalcançável e com as regras do jogo das cadeiras inalteráveis em que eles é que decidem quando a música pára, quem é expulso do jogo e quantas cadeiras existem disponíveis!

Eu gostava que me explicassem que Lei é que foi violada por esses 7 estudantes, e também gostava que me explicassem porque razão o comércio em parceria com as associações académicas permite, todos os anos, que a Legislação relacionada com a venda de álcool, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 50/2013, que todos os estabelecimentos comerciais são obrigados a afixar, seja totalmente violada todos os anos, em cenas degradantes que fazem parte das tradições académicas em todas as Universidades, com o famoso rally das tascas, em que muitos estudantes vão parar aos hospitais em coma alcoólica!

Mas para esses burgueses maçónicos que vão fazer de tudo para manter esses rituais satânicos de destruição humana na sociedade Portuguesa, quem vai até à praia num fim-de-semana e tem o azar de levar com uma onda em cima, que vê os seus colegas a serem levados pelo mar com os pés amarrados, e é usado pela comunicação social para ser julgado em praça pública como sendo o único responsável pelo incidente, para o Exmo. Secretário de Estado, isso já se trata de “incumprir a Lei”, mas quem viola sistematicamente toda e qualquer Lei, ano após ano, durante as semanas académicas, pelas práticas Humanamente destrutivas, fraudulentas e criminosas, entre as Associações Académicas, as Reitorias das Universidades e o Comércio, isso já é permissível!

Também o Dux Veteranorum da Universidade de Coimbra, João Luís Jesus, defendeu hoje que outras instituições do Ensino Superior fizeram cópias mal feitas daquilo que é a praxe de Coimbra, a mais antiga do país, considerando que “há certas coisas que não podem ser consideradas” praxe.

Ai sim? Um pirata para outro pirata: A tua cópia está mal feita! É engraçado! Ah! Ah! Ah! Então diz-me lá o que é que pode ser considerado praxe? As Latadas de Coimbra? Que como já expliquei aqui, são rituais satânicos que os antigos estudantes de Coimbra faziam aos cães de rua, amarravam-lhes latas no rabo e os cães, assustados com o barulho que faziam com as latas a bater no chão, corriam assustados por entre as ruas de Coimbra, ao longo da noite, acordando as pessoas em suas casas, o que dava um enorme gozo aos tolinhos de gotham city, esses veteranos que querem manter as tradições satânicas precisamente para destruir o conceito Académico, que nada tem a ver com latas amarradas ao corpo, com praxes, e muito menos álcool e drogas!

Eles subvertem o Conhecimento, eles enganam as pessoas que desconhecem tudo isto, a História, as Origens de certas tradições que são indiscutivelmente satânicas porque toda a sociedade é satânica arquitectada por homens e mulheres satânicas que prestam culto a entidades e forças demoníacas e egocêntricas! Praxes são praxes, não há praxes de Coimbra, praxes de Lisboa e praxes do Porto! Há praxes! Não se deixem enganar! As praxes em nada dignificam a Vida Académica e muito menos humana, pelo contrário, destroem vidas Humanas, afastam os Estudantes do Conhecimento, da Sabedoria da Vida, do intelecto, do Amor, da Amizade, da Humanização, da Cultura e da Ciência!

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