O caso do Juiz Neto de Moura é um estratagema mediático de violência doméstica que o Triunfo da Vara de Porcos Judiciais estão a usar através da comunicação social para manipular e programar neuro-linguisticamente a mente das pessoas com a expressão “Neto de Moura” para que o subconsciente colectivo associe de forma negativa os netos a mouros e os mouros a netos!

A Ministra da Justiça Van Dunem quer acabar com a privacidade e a protecção jurídica com uma Santa inquisição+, a justiça+, a santa inquisição 2.0 para que os populares e a comunicação social possam escrutinar, bisbilhotar e intrometer-se na vida de toda a gente em praça pública!

A Ministra da Justiça Van Dunem que usurpou o nome ao Van Damme usando-o de forma ilícita e ilegítima contra as populações para fins comerciais e de destruição social que contraria as intenções do Van Damme denegrindo o seu bom nome e reputação, quer-nos convencer que um processo judicial que é indiscutivelmente, cientificamente e empiricamente um diário pessoal das partes intervenientes de um processo, mas para a Ministra da Justiça um processo judicial não é um diário pessoal das partes intervenientes do processo porque ela quer-nos convencer que um processo judicial é um documento da república, ou seja, é de representação pública, é de todos!

A Ministra da Justiça é muito esperta mas os ETs são mais espertos do que ela! Van Dunem (nome usurpado de Van Damme) quer implementar a Cloud Computing na Justiça e para isso necessita de manipular a opinião pública para que as pessoas aceitem ceder a sua liberdade e segurança no tratamento dos seus dados pessoais e no respeito para com a sua vida íntima e privada, em nome de uma falsa segurança e uma falsa modernização da Justiça porque o que eles procuram não é modernização mas unicamente controlo totalitário, é monitorização e subordinação!

Eles querem tornar os processos judiciais como documentos da república para que todos possam aceder aos processos judiciais na internet de forma imediata e sem quaisquer tipo de controlo e respeito pela vida privada dos intervenientes de um processo! Eles querem acabar com os registos individuais, com a individualidade, para implementar uma singularidade jurídica com o objectivo de controlo totalitário de forma automática e singular com a inteligência artificial e a cloud computing, one ring to rule them all!

One Ring to rule them all, One Ring to find them,
One Ring to bring them all and in the darkness bind them

Eles querem que os processos judiciais possam ser acedidos por toda a gente incluindo os populares bêbados e acéfalos idolatras do futebol, judeus que seguem a tradição oral do Talmude que lhes permite roubar, enganar, manipular, mentir, matar e estuprar os próprios judeus e não judeus (todas as autoridades judiciais, políticas, policiais e militares seguem todas o Talmude Judaico), e que possam ser acedidos também pelos católicos muito cristãos que todos os dias vão à missa e ao preço certo em euros e aos programas televisivos da manhã, da tarde, da noite e da madrugada na esperança de terem orgasmos múltiplos e se espumarem todos com justiça popular em cima de casos mediáticos que a Ministra da Justiça e a comunicação social querem tornar populares, públicos, documentos da república!

Eles querem Cloud Computing na Justiça para acabar com os registos individuais, para acabar com a individualidade e implementar a singularidade, para acabar com a privacidade das pessoas para que a vida de toda a gente seja escrutinada e julgada como nos bons velhos tempos da santa inquisição da idade média, a idade das trevas! Eles querem os mapas de crime! Crime Maps!

Justiça = Tribunal+ = Human+ = Transhumanismo = Agenda 2030 Cibernética = Cloud Computing = Singularidade = Fim da privacidade e liberdade = One Ring to Rule Them All

Uma sentença, um arquivamento ou qualquer outro documento e procedimento relacionado com um processo judicial não pode nunca ser um documento da República porque um processo judicial não diz respeito ao público, diz respeito aos intervenientes que estão envolvidos nesse processo!

Neste sentido, uma sentença e um arquivamento são um diário pessoal dos intervenientes de cada processo da qual fazem parte, e não um documento do público que é o que os illuminatis que a Ministra da Justiça Van Dunem representa, querem fazer!

Eles querem Justiça Popular com todos os processos abertos a público para alimentar as hienas da comunicação social que só querem é escândalos mediáticos e para isso necessitam que toda a Justiça seja tornada pública, para que a Justiça seja um documento da República para que todo o público possa aceder aos processos e fazer acusações e juízos de valor populares sobre as pessoas envolvidas nos processos alimentando dessa forma toda a máquina infernal da comunicação social!

E pior ainda, eles querem dar ferramentas ao público para que os populares possam incriminar qualquer pessoa inocente com os Crime Maps, mapas de crime que os illuminati querem implementar em todas as cidades para que qualquer pessoa possa acusar e incriminar qualquer inocente denunciando-a às autoridades como criminoso ou suspeito em nome de uma falsa segurança uma vez que o que eles querem fazer com isto é inverter o ónus da prova (todos são considerados criminosos e suspeitos até prova em contrário) para controlar e monitorizar com dispositivos electromagnéticos tudo e todos em tempo real.

As autoridades querem cometer o crime de Voyeurismo e Cyberbullying (espionagem, perseguição e traçar perfis com dados pessoais para fins clínicos e judiciais) para que todas as pessoas sejam vigiadas e monitorizadas em tempo real através de dispositivos electromagnéticos em nome de uma falsa segurança e uma falsa saúde!

As falácias emocionais e linguísticas da penalista Inês Pereira Leite, parte da porcada da vara judicial

Assim como não se pode usar a tradição oral Judaica do Talmude para roubar o dinheiro de quem trabalha (juros, usura, agiotagem, taxas e impostos) e explorar e escravizar todas as pessoas obrigando-as a trabalhar para os judeus da sinagoga de satanás que controlam todo o sistema bancário, político e judicial. É uma questão de compatibilidade jurídica com o quadro de valores constitucionais e ético-jurídicos de Portugal à luz da Constituição e da Lei.

A penalista Inês Ferreira Leite omitiu propositadamente na sua argumentação o exemplo de uma vítima não judia que é agredida por uma vara de judeus, isto é, por uma vara de penalistas, uma vara de porcos tal como a própria definição de vara assim nos revela, vara significa jurisdição, poder, punição, castigo, cargo ou função de juiz e conjunto de porcos, porcada!

E isto não é uma opinião pessoal escrito num diário pessoal, são factos e evidências científicas e contra factos não há argumentos sua cambada de porcos! Ou deva dizer, cambada de varas? Cambada de penalistas? Cambada de Juízes? Cambada de confrades? Cambada de poderosos? Cambada de pénis? Não estou a ofender ninguém porque faz tudo parte da definição de vara! Estou a chamar os porcos pelos nomes!

A porca e penalista Inês Ferreira Leite omitiu convenientemente na sua argumentação o caso da maior parte da população mundial que todos os dias é obrigada a trabalhar para pagar impostos, juros e usura (um crime civilizacional) para alimentar parasitas judeus da sinagoga da satanás que seguem a tradição oral do Talmude que lhes permite enganar, mentir, roubar, manipular, torturar e matar não só os próprios judeus como todas as pessoas e seres-vivos deste ou de outro planeta qualquer que não sejam judeus ou que simplesmente e naturalmente não se submetem à lei diabólica dos judeus que deu origem às escrituras religiosas que foram usadas para inventar as leis e o Direito que a penalista Inês Ferreira Leite represente e defende!

O Direito e o sistema judicial tem origens nas escrituras religiosas Judaicas!

O Direito e o Código Penal tem origens nas escrituras religiosas e nas tradições orais do Talmude que os Judeus ainda hoje seguem! A penalista Inês Ferreira Leite é uma porca ignorante parte da porcada que nos está a tentar enganar a todos para implementar a inteligência artificial que pretende analisar, decidir e sentenciar as pessoas de forma automática sem direito a defesa, sem direito a perdão, sem direito a arrependimento, sem direito a reconciliação, sem direito a desistência de queixas apresentadas!

Eles querem obrigar as pessoas a usar a justiça como um meio de caça às bruxas em que todos são considerados suspeitos e criminosos até prova em contrário (inversão do ónus da prova). Eles querem uma Santa inquisição 2.0, querem enfiar o mundo todo novamente numa era das trevas com recurso a dispositivos electromagnéticos que são as trevas porque a luz electromagnética é negativa porque é composta por electrões carregados negativamente, electrões são partículas negativas e por isso é que eles querem todo o mundo agarrado aos telemóveis e a dispositivos electrónicos de telecomunicações para manter as pessoas todas electro-negativas em baixa frequência, nas infra-dimensões, no infravermelho, pois só dessa forma é que eles conseguem controlar e manipular mentalmente as pessoas!

Vara é uma palavra engraçada porque vara de porcos, vara de penalistas, vara de juízes e vara de juristas tem o mesmo significado! Vamos analisar isto à luz do Direito e das Ciências Jurídicas e Literárias!

Vara tem como significado cargo ou funções de juiz, poder, jurisdição e também conjunto de porcos, porcada! A penalista Inês Ferreira Leite é uma porca, ou seja, é uma penalista, é uma porca versada em direito penal! E eu não estou a ofendê-la nem isto é uma opinião pessoal, é literal! Vejamos:

Vara são juízes, são porcos, jurisdição, poder, punição, castigo e porcada!
Penalista = Cominar = Castigo = Poder = Jurisdição = Conjunto de porcos = Porcada
Eles querem justiça popular para implementarem a inteligência artificial e a cloud computing na justiça!

A Justiça não é administrada em nome do povo! A Justiça é administrada em nome das partes intervenientes de um Processo! Eles querem Justiça administrada em nome do povo porque eles querem justiça popular, mediática, escândalos mediáticos, querem que todos sejam considerados suspeitos e potenciais criminosos (inversão do ónus da prova)

Faço das palavras do juiz desembargador e coordenador de formação no Centro de Estudos Judiciários, Edgar Lopes, as minhas palavras. A justiça é administrada em nome do povo, por isso convém que o povo possa perceber que vara e porcos são exactamente a mesma coisa em contextos diferentes! Os porcos dentro da Biologia são mamíferos da família dos suídeos e dentro do contexto de Jurisprudência é o cargo e as funções de um Juiz ou penalista, é poder, jurisdição, é punição e castigo que os juízes e a penalista Inês Ferreira Leite cometem e representam! Usei o verbo cometer de propósito, cometer de perpetrar, praticar (sempre à má parte).

Eles querem secar tudo, até a Justiça! Os únicos órgãos que eles querem húmidos são as conas molhadas e os ânus lubrificados!

E como dizem e bem a penalista Inês Ferreira Leite e o diretor do Centro de Estudos Judiciários, João Silva Miguel, o relevante é que a decisão tem de ser o mais clara possível para que o povo a possa perceber e que os acórdãos devem ser o mais secos possível, no sentido da ausência de considerações que não sejam relevantes para a fundamentação para que a inteligência artificial possa analisar, julgar e condenar sem improvisações e imprevistos que perturbam o funcionamento da besta delas, a inteligência artificial.

Perante estas evidências apresentadas da forma mais clara possível, a resolução e decisão do órgão colectivo do Tribunal dos ETs do qual o nosso reverendíssimo, excelentíssimo e ilustre Trevor Belmont faz parte, é uma decisão seca e clara que resolvemos e sentenciamos de seguida:

A penalista Inês Ferreira Leite, o juiz conselheiro director do Centro de Estudos Judiciários, João Silva Miguel, o juiz desembargador e coordenador de formação no Centro de Estudos Judiciários, Edgar Lopes, e o juiz Neto de Moura são todos uma vara de porcos, uma porcada, isto é, são pessoas versadas nas ciências jurídicas com grande conhecimento de assuntos de direito.

Também não gostamos e condenamos o uso do nome Neto de Moura que a vara de porcos judicial e mediática usaram para manipular mentalmente as pessoas associando a palavra neto (um termo relacionado com a família) à palavra mouro (um termo muçulmano) para denegrir a imagem da família associando de forma negativa netos a mouros e mouros a netos!

O colectivo de juízes intergaláctico com a aprovação do nosso ilustre ET que é o juiz conselheiro, desembargador (insere aqui o termo jurídico que mais gostas) deste acórdão, decidiu considerar o uso desse nome (Neto de Moura) como uma arma de manipulação mental e de violência doméstica que teve como único objectivo (leia-se bem, único), programar e manipular mentalmente as pessoas através do repetido uso do nome “Neto de Moura” na comunicação social, para que as pessoas considerem os netos como mouros, como um inimigo, como algo repugnante, porque após esta polémica com o juiz Neto de Mouro, as pessoas inconscientemente vão associar os netos aos mouros e os mouros aos netos, Neto de Moura!

Estamos claramente e secamente perante uma técnica de manipulação mental que faz uso de programação neuro-linguística! É um crime! Todos os envolvidos directa e indirectamente neste crime de violência doméstica, incluindo juízes, penalistas e a comunicação social que lhes deu cobertura, devem por isso ser julgados e condenados em praça pública tal como o nosso reverendíssimo, excelentíssimo e ilustre Trevor Belmont acabou de o fazer neste Blog que incomoda tanto criminoso desembargador, penalista, conselheiro, médico, militar, farmacêutico, empresário, político, polícia, militar, sacerdote e restante máfia de snatchers do crime altamente organizado! Damos por encerrada a audiência! O Juiz decidiu, está decidido!

O ET decidiu, está decidido!

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