Nama Ray foi assassinada pelas autoridades de saúde portuguesas na Maternidade Alfredo da Costa e no Hospital Curry Cabral, porque foi alvejada e vítima de monitorização electrónica da frequência cardíaca fetal que é uma arma militar usada pelas autoridades de saúde que provoca danos fetais e que danifica os órgãos do bebé e da mulher grávida provocando hemorragias, abortos e partos prematuros!

As autoridades e os profissionais de saúde com licença para matar assassinaram a Nama Ray e só não mataram a bebé porque ela vale dinheiro e serve os interesses da agenda 2030 e das autoridades de saúde que querem denegrir os partos naturais em casa para concentrar todos os partos nos hospitais subvertendo uma prática saudável e natural (o parto) numa doença que requer intervenção médica e hospitalar!

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Health authorities want premature babies to steal stem cells and breast milk!